sexta-feira, 22 de março de 2019
COLÓQUIO José Vilhena: um humor fora de série Dia 23 de março de 2019 Salão Brazil-Coimbra
PROGRAMA
14.30h – PAINEL I
Luís Guimarães, In memoriam
do José Vilhena
Inês Brasão, «Deixa-te de
histórias e sê boa para mim.» As mulheres em José Vilhena
Moderador: António Pedro Pita (CEIS 20)
15.45h – INTERVALO
16.315h – PAINEL II
Álvaro Costa de Matos, A revolução no
“Humorismo Maldito”: o caso da revista “A Gaiola Aberta”, de José Vilhena
(1974-1975)
Osvaldo Macedo de Sousa, Vilhena e a Grotesca Sociedade Portuguesa
Moderador: António Rochette Cordeiro (CEIS 20)
18.00h – Visita
à exposição “CAPAS & CONTRA-CAPAS - desenhos dos livros de José Vilhena
publicados antes de 1974”, na Casa Municipal da Cultura (a confirmar)
21.30h – Representação
da peça “O Filho da mãe continua...por aí”, adaptação da trilogia do filho da
mãe, de José Vilhena, adaptação e encenação de João Paulo Janicas, pela Bonifrates, no seu Teatro-estúdio da Casa Municipal da
Cultura Coimbra
Organização: Bonifrates, Centro de Estudos
Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra – CEIS20 e Salão
Brazil
Apoio da Câmara Municipal de Coimbra
Contacto para informações:
cooperativabonifrates@gmail.com; 916615388
terça-feira, 12 de março de 2019
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
domingo, 3 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
"Colecção Boneco Rebelde” de Sérgio Luiz / Guy Manuel numa edição do Museu de Leiria /Câmara Municipal de Leiria
Se a exposição Rebeldes: Sérgio Luiz / Guy Manuel já não
esta patente no Museu de Leiria não podemos de deixar de destacar a
extraordinária edição "Colecção Boneco Rebelde" realizada para
este evento. Todas as pranchas de BD destes dois jovens autores (desaparecidos
prematuramente em 1943 acabados de sair da puberdade e que para além de autores
bedéfilos são os pioneiros da animação portuguesa) foram recuperadas por José
Oliveira, numa edição editorial coordenada por Vânia Carvalho e José Oliveira.
São 4 álbuns: “1 - Aventuras do Boneco rebelde”; “2 – O Livro Mágico”; “3 – O
Boneco torna a sair do Frasco”; “4 – A Ilha Misteriosa” e um 5 volume como
roteiro da exposição, que no caso editorial contextualiza a biografia e obra
destes jovens artistas leirienses. A "Colecção Boneco Rebelde" é um
extraordinário trabalho e sem duvida um marco na historiografia da BD e
ilustração Portuguesa..
É uma edição da Câmara Municipal de Leiria / Museu de Leiria
com uma tiragem pequena por isso quem estiver interessado deve contactar
rapidamente o Museu de Leiria (museudeleiria@cm-leiria.pt)
para os adquirir. 5 volumes numa caixa de design magnifico.
Uma recuperação e homenagem exemplar, que raramente encontramos nas
autarquias, principalmente numa época em que a cultura, as artes gráficas tem
cada vez menos apoios dos políticos, dos governos locais e centrais. Sei do que
falo porque já trabalhei com mais de meia centena de autarquias, com uma média
de 5 a 8 autarquias diferentes em cada ano e neste momento trabalho com uma
casualmente
.
domingo, 27 de janeiro de 2019
ZÉ MANEL (José Manuel Domingues Alves Mendes) O TALENTO E A SENSUALIDADE por ANTÓNIO GOMES D'ALMEIDA
Geralmente considerado um dos mais talentosos ilustradores portugueses, a
sua arte manifestou-se sob várias facetas, desde as Capas e as Ilustrações de Livros
à Banda Desenhada, aos Cartazes, ao Cartoon, à Caricatura e, até, ao Vitral. E
será, provavelmente, essa dispersão por tantos meios de expressão da sua Arte
que fez com que demorasse algum tempo, antes de ser tão conhecido do grande público,
e de ter a projecção mediática que o seu enorme talento merece. Quando apareceu,
mostrando a sua arte como ilustrador, o que mais atraía era a forma espectacular
como desenhava belas garotas, cheias de charme e de sensualidade. E essa faceta
nunca deixou de ser uma das imagens de marca deste excelentíssimo Desenhador.
Peço
licença para apresentá-lo na primeira pessoa do singular – porque o acompanhei,
praticamente, desde o seu início, e porque verdadeiramente singular era já o
talento do Zé Manel, quando apareceu, tinha então uns 17 anos, na redacção do
semanário “Parada da Paródia”, que eu
então dirigia (estávamos em 1961), levando consigo alguns desenhos, entre os
quais uma ilustração que vinha mesmo a calhar para acompanhar o texto de um
disco, acabado então de publicar, de uns apelidados “Jograis de Lisboa”. A ilustração e o texto do disco ajustavam-se
perfeitamente. Publicou-se esta primeira ilustração – e publicaram-se depois,
nos números seguintes, muitos -- mesmo muitos! -- mais cartoons, ilustrações, bonecos
diversos (sobretudo, “bonecas”…) que eram testemunhos muito expressivos de um
talento fora do comum. Quisemos saber quem era aquele jovem talentoso. E assim fomos
conhecendo mais aspectos da vida deste José Manuel Domingues Alves Mendes, que
assinava Zé Manel, ou, mais
simplesmente, ZM. Que tinha nascido
em Lisboa, em Janeiro de 1944. Que fizera o curso de desenhador-litógrafo na
mítica “António Arroio”. Que era filho de outro Artista, já desaparecido, que
assinava “Meco” e trabalhara em
várias revistas e jornais. Tinha visto a sua fotografia publicada no “Pim-Pam-Pum”, quando tinha 5 anos de
idade. O “Século Ilustrado”
mostrara alguns dos seus primeiros desenhos, aos seis anos, acompanhados de
fotografia e reportagem biográfica. Em 1959, tinha publicado as primeiras
anedotas em “Os Ridículos”.
Soubemos ainda que vivia, nesse tempo, com a mãe, na Rua Augusto Gil
(onde continuou a viver, depois com a mulher e um dos seus dois filhos, pois a
mãe já morreu há muitos anos, depois de ter perdido a vista na fase final da
sua vida). Que era por causa de uns problemas visuais importantes -- coisa de
família -- que ele usava óculos com lentes muito grossas (e continuou a usar,
pois os problemas visuais seriam crónicos e hereditários)…
E (pormenor
pitoresco) que tinha uma verdadeira fobia, um quase terror, perante tudo o que
se refere a… impostos!... Nada de ouvir falar de Finanças, declarações de rendimentos,
taxas, IVA, IRS, sem ficar completamente transtornado!... Era mais forte do que
ele. Por isso, quando combinava a verba que havia de receber por qualquer
trabalho, a primeira coisa que fazia era puxar mentalmente da calculadora e
avaliar quanto é que lhe ia ser descontado em impostos!... Sempre foi assim,
desde muito moço – e assim continuou a ser, por mais que os amigos argumentassem,
tranquilizando-o e dizendo-lhe que não valia a pena andar angustiado com tal
assunto… Era irremediável: sofria mais com esse aspecto do seu trabalho do que
com o trabalho propriamente dito, por mais difícil e complexo que este fosse…
Mas, pondo de lado esta espécie de mania e estes episódios,
meio pitorescos, que o traumatizavam, o que é certo é que o seu trabalho é
excelente – e mesmo, frequentemente, genial! Embora a sua popularidade se tenha
firmado através, sobretudo, dos cartoons e das ilustrações ligeiras, de um
Humor com certo cunho erótico, as ilustrações para livros (particularmente
Livros Escolares) são, geralmente, de altíssima qualidade e podem ser
comparadas com o que há de melhor, a nível mundial, nesse campo. Podemos,
assim, destacar dois aspectos principais da sua Arte: aquele em que dá largas à
imaginação e à voluptuosidade que transmite aos seus desenhos, sobretudo às
figuras femininas – e a capacidade extraordinária para ilustrar obras tão
importantes como uma “Seara de Vento”,
de Manuel da Fonseca, ou “Os Maias”,
de Eça de Queiroz, com estilos diferentes, mas a mesma Arte verdadeiramente
genial.
A
isto, há a juntar a arte do Vitral, que começou a praticar, muito novo, no
ateliê de um tio, mestre dessa modalidade artística, e com o qual executou
trabalhos verdadeiramente notáveis, para igrejas e para residências
particulares.
O Zé
Manel, no seu período de vida militar, trabalhou muito para o “Jornal do Exército”, com páginas que –
como se dizia então – serviam para elevar o moral das tropas destacadas para
combater nas Colónias de África... E trabalhou depois com o autor deste texto,
em, praticamente, todos os trabalhos gráficos que este fez, depois da “Parada da Paródia”. Assim, ilustrou uma apreciadíssima
página de Humor, durante cerca de 20 anos (!), no “Magazine Regisconta”. Fez muitas capas e muitos bonecos para a “Bomba H” (1963 a 1978), para “A Chucha” (1975) e para “O Cágado” (1978).
Mostrou amplamente a sua veia humorística na revista “Rádio
& Televisão” e em “O Emigrante”. Ilustrou os livros “Manual da
Má-Língua” (publicado antes do 25 de Abril, e devidamente apreendido pela Censura),
e “Os Salazarentos”, que saiu em
1975, além dos 4 álbuns das “Histórias do
Renato, um Menino muito Chato”.
O
livro “Como era antes de haver” saiu
em 2008, foi adoptado pelo Plano Nacional de Leitura, e, no mesmo ano, ilustrou
“Os Maias – Uma Análise ilustrada” e
“História e Histórias de Santiago do
Cacém” (que teria nova edição, com novas ilustrações, cinco anos depois).
Finalmente, em 2013, as suas ilustrações para o livro “Manuel da Fonseca e a Sua Gente” foram muito elogiadas. Como se vê,
um volume de trabalho notável, aqui apenas resumido, e todo ele com a habitual
qualidade que se tornou sua imagem de marca.
Não
pode, todavia, deixar de destacar-se a verdadeira orgia gráfica que deixou
espalhada pela obra “Macau a Tinta da
China”, um livro verdadeiramente impressionante, com textos de Dinis de
Abreu, encomendado pelo Governo de Macau, à época da transferência daquele
território para a China. É um dos álbuns mais geniais na história da Ilustração
Gráfica Portuguesa
Na
sua longa vida profissional, o Zé Manel colaborou numa imensa lista de jornais,
revistas e outros tipos de publicações – como desenhador de Histórias em
Quadradinhos, ou ilustrador de contos infantis – e numa enorme série de livros
didáticos. Na verdade, a lista das suas realizações no campo gráfico é
impressionante. Trabalhou longamente no “Diário
de Notícias”, no “País” (aqui
deixou uma notável série de 36 caricaturas de políticos, absolutamente
extraordinárias), além do “Fungágá da
Bicharada”, “O Brincalhão”, “Pisca-Pisca”, “Pão com Manteiga”, e muitíssimas outras publicações.,
Esteve presente em todos os Festivais Internacionais de
Banda Desenhada da Amadora, tendo aí sido distinguido com o “Prémio de Honra”. Uma bela exposição dos
seus trabalhos, sob o tema “Eros uma
vez…o Humorista Zé Manel” deu origem a um catálogo (feito por Osvaldo
Macedo de Sousa para o MouraBD) que é um repositório do aspecto mais sensual da
sua obra.
Mas também outras publicações (cita-se apenas, como
exemplo, “In Politiquices”, com cartoons
e ilustrações sobre a Política nacional) mostram a versatilidade do seu
talento.
Está
representado em inúmeras colecções particulares e também, por exemplo, no Museu Sammlung Karikaturen & Cartoon, de Basel, na Suíça.
Alguns dos seus projectos interessantes ficaram por
realizar, muitas vezes por falta de coragem das Editoras – mas é curioso
verificar como, nestes casos, o Zé Manel, ao saber da não-concretização de um
projecto, tinha uma reacção típica: - Ainda
bem, é menos um imposto que teria de pagar no ano que vem…
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
“Prémio Reconhecimento (no âmbito do Humor)” outorgado a Osvaldo Macedo de Sousa pelo Jornal / Cooperativa TREVIM da Lousã
Quem diz que não necessita de reconhecimento pelo seu
trabalho mente. Todos nós necessitamos de ser reconhecidos para nos manter motivados
e para sentir que todo o nosso trabalho valeu a pena. Acabei de receber o
troféu “Prémio Reconhecimento” no âmbito do Humor, o qual foi outorgado pelo
Jornal / Cooperativa “Trevim” da Lousã, no âmbito das comemorações dos seus 50
anos.
Sim a Lousã é o concelho que mais tempo tenho colaborado.
Desde 1988 até aos dias de hoje. Nessa data iniciei a parceria de levar todos
os anos a exposição do Salão Nacional Humor de Imprensa (que esteve em Porto de
Mós e depois passou para Oeiras até 2006). Depois coordenei exposições
específicas para a Lousã, colaborei em Festas da Caricatura, textos para
diversos livros, escrito artigos para o jornal, fui cocoordenador do Supl.
Humorístico “Bronkit”.
Este é um Prémio institucional privado, não um
reconhecimento institucional público pois nunca uma autarquia achou importante
reconhecer o meu trabalho. Se trabalho no Concelho da Lousã há 30 anos,
trabalhei para a Câmara Municipal de Vila Real durante 34 anos, para a Câmara
da Amadora durante 20 anos, para a Câmara Municipal de Oeiras durante 15 anos,
para a Câmara Municipal de Moura e de Penela durante 10 anos e para muitas
outras autarquias. No total as exposições que tenho levado ás autarquias de
todo o país já ultrapassam as 3 centenas de exposições. Tenho textos escritos
em mais de duas centenas de livros, muitos deles com biografias inéditas,
recompilações temáticas de âmbito humorístico, para além de múltiplos concursos
onde tenho outorgado centenas de prémios aos artistas nacionais e estrangeiros.
Infelizmente não há reconhecimento politico e isso nota-se na falta de trabalho, já que tenho cada vez menos autarquias a quererem as minhas exposições de humor. Há cada vez menos autarquias (políticos) a gostarem do humor. Têm medo de ensinar a irreverencia como forma de educação e construção de um futuro melhor.
O meu trabalho tem sido reconhecido? Sim, pelo carinho dos
artistas (em 2006 um grupo de artistas nacionais deu-me um “Óscar da
Caricatura” como homenagem pelos 25 anos de produção cultural), pelos e.mails
que recebo de artistas dos cinco continentes. Para além do “Prémio Reconhecimento”
outorgado agora pelo Trevim, em 1998 o Festival de BD de Moura outorgou-me o
Prémio “Balanito Especial” e em 1999 a cooperativa GICAV de Viseu outorgou-me o
“Prémio Especial Anim’Arte 99”.
Obrigado Trevim, obrigado a todos os artistas que tem
confiança no meu trabalho e me têm apoiado nas minhas iniciativas.
sábado, 12 de janeiro de 2019
24th Gabrovo Biennial of Humour and Satire in Art - Bulgária 2019

Dear artists,
The organizers of the 24th Gabrovo Biennial of Humour and Satire in Art invite you to contribute your edgy takes on the concept of the public sphere. The exhibition will present
contemporary art and cartoons addressing the following topics:
- public space
- public art
- public debate
- public broadcasting
- public interest
- public threat/security
- and other
whatchamacallis with public dimension.
47 years of poking fun at issues of
utmost social significance give us the confidence that it is time to call on
humour in order to deconstruct and redefine whatever is left of the concept of publicness.
The
twenty-fourth edition of the Biennial will open on May 17th, 2019.
The works selected by the jury will be on display at the Museum of Humour and Satire from May 18th until September 30th, 2019.
The Biennial
will feature a competition and a curated exhibition. The competition will be
held in two sections – cartoon and contemporary art.
The full
conditions of entry and the entry-form are published on the Biennial website www.biennial.humorhouse.bg
In order to apply, artists
should fill in the online form with their proposals until March 8th, at midnight,
Bulgarian time (GTM+2). The selection of the works will be done by an
international panel of jurors. The selected artists must send their original
works within the indicated deadline.
The organizers of the Biennial kindly request you to read the conditions of entry for the 24th International Biennial of Humour and Satire in Art carefully and wish you much creative inspiration. In case you have further questions, you can contact us at biennial@humorhouse.bg
The organizers of the Biennial kindly request you to read the conditions of entry for the 24th International Biennial of Humour and Satire in Art carefully and wish you much creative inspiration. In case you have further questions, you can contact us at biennial@humorhouse.bg
Sincerely,
Margarita
Dorovska
Director
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
CAMILO BARATA FALECEU dia 2 de janeiro de 2019, no Hospital de Leiria.
Camilo Fialho Barata deixou-nos aos 64 anos.
Pedagogo, homem da cultura, investigador, pensador, escritor, coleccionador, produtor, desenhador, caricaturista, neto e filho de tipógrafo era um dos filhos dilectos de Leiria.
Faleceu hoje, dia 2 de Janeiro, no Hospital de Santo
André, em Leiria, onde estava internado, ao final da manhã.
Ao longo de toda a sua vida, Camilo Barata abraçou a
vocação da pedagogia e fez da conversa a sua principal ferramenta. Foi
professor de Ciências e Matemática e director do Agrupamento de Escolas dos
Marrazes (Leiria) e cada sílaba saída da sua boca era sempre uma desculpa para
encetar uma nova narrativa sobre as gentes de valor das terras do Lis.
Nasceu em 1954 e costumava dizer que era de Leiria, sendo que,
só não nasceu na cidade, por mero acidente. “Nasci na clínica da fábrica da
Maceira-Liz, às mãos do doutor Luís Schreider Bandeira. Era um médico
importante e a minha geração teve muitos iguais nascidos na Maceira, onde ele
era o director da Casa do Pessoal da empresa”, contou ao JORNAL DE LEIRIA em
Março de 2014.
Neto e filho de tipógrafo, as letras, tipos, prensas e
tintas faziam parte do seu ADN familiar, desde que António Mendes Barata, o
avô, foi escovar vestidos, na tipografia do mestre Trindade, de Leiria.
“O historiador da imprensa, Américo Cortez Pinto escreveu
que o meu pai era um dos cinco melhores compositores tipográficos portugueses
vivos”, conta.
A Tipografia Mendes Barata abriu portas em 1917, na praça
Rodrigues Lobo e ali se manteve até meados dos anos 90, quando se mudou para
Marrazes, acabando por sucumbir à voracidade dos novos modelos de negócio.
Camilo Barata era tambe, caricaturista tendo estado presente em várias Festas da Caricatura organizadas por Zé Oliveira em Leiria
Caricaturas desenhadas por Camilo em 1992 de Zé Oliveira e Osvaldo Macedo de Sousa
sábado, 22 de dezembro de 2018
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
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