CARTOONXIRA 2017
| No próximo sábado dia 22 de Abril às 18h, no Celeiro da Patriarcal em Vila Franca de Xira, inaugura a exposição, Cartoons do ano com vários cartoonistas portugueses e o convidado internacional é o Quino.
quarta-feira, 19 de abril de 2017
domingo, 9 de abril de 2017
Fotos da inauguração da exposição de MMS (Margarida Macedo de Sousa) "Impressões de um Microcosmos" no espaço Atmosfera M (Rua Castilho 5 Lisboa), cuja exposição está patente até 28 de Abril
A artista (Margarida Macedo de Sousa) com o irmão (António Barroso Cruz) e marido
A artista (Margarida Macedo de Sousa) com convidados
A artista (Margarida Macedo de Sousa) com convidados
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Exposição de fotografias de mms (Margarida Macedo de Sousa) no espaço Atmosfera M Rua Castilho 5 Lisboa até 28 de Abril
Quem quiser navegar no sonho floral, na alma da natureza através de um olhar diferente, introspectivo da natureza, pode ir a este espaço (das 10 ás 19h durante a semana e das 10h às 17h ao sábado) e ai sentir a alma da artista, a alma da mãe Gaia. Exposição a não perder
mms -
IMPRESSÕES DE UM MICROCOSMOS
Perspectivar o mundo é algo muito
subjectivo, já que cada um se molda na visão que desenvolve pelos seus prismas
pessoais, transformando o que parece realidade numa recriação quântica/ virtual
individual ou de grupo.
A imagem para mms (Margarida Macedo de
Sousa) é o reencontro da sua alma, no prazer de captar o belo, não como
estrutura codificada pelos conceitos, mas impressões do macrocosmos, pela
ampliação do microcosmos do seu jardim. Procura na fotografia, um prazer que a
preencha na sua criatividade estética, viajando, com a ajuda das lentes
"macro", pelo mundo floral na busca de novos universos, dentro desses
mundos reais que se podem recriar na perfeição das suas formas, cores e
impressões visuais. O resultado dessa visão floral é estonteante na sua beleza
multiforme impressionista em que a harmonia etérea dos esfumados, desfocagens,
profundidades de contrastes e cores nos levam para outras concepções
abstratizantes, mais estéticas que realistas, mais oníricas que físicas. mms
não capta, pincela com o olhar, não regista, recria as formas e cores, não
fotografa, pinta com as tecnologias fotográficas. Sem jogar com filtros ou
trucagens, são fotos simples de puro prazer e beleza plástica, quais telas da
natureza.
Tímida e humilde nos seus primeiros
passos fotográficos, alheando-se das questões técnicas, procura a essência da
visão nas perspectivas da cor, no desfoque das luzes, no jogo das sombras e
contrastes. Raiando por vezes a abstracção, procura pelo impressionismo da
"macro", o belo escondido das flores do jardim, do quintal, aquele
quotidiano que nem notamos na correria do dia-a--dia, reconstruindo-o em
pormenores de profunda beleza visual. A simplicidade do belo é o que a atrai
nas suas fotos, comunicando-nos o prazer da alma com que são executadas.
margarida
macedo de
sousa,
natural de Lisboa (1969) é licenciada em Tradução tendo estado toda a sua vida
profissional ligada ao Teatro Nacional de São Carlos nos sectores de
organização/produção, exercendo funções, neste momento, no Gabinete de
Comunicação e Imagem.
Como "gémeos" de signo que é,
os seus hobbies são diversificados, divagando pelas artes artesanais onde a
fotografia ganhou algum destaque nos últimos tempos, seja na captação da vida
onírica dos bastidores líricos, seja no recorte da natureza e detalhes de
viajante do nosso planeta.
Esta é a terceira exposição individual
da artista que se estreou em 2015 no Mês da Fotografia - ImaginArte-Almada,
expondo em 2016 no Espaço "Marujo" em Espinhal - Penela integrada na
XXVIII Feira do Mel do Espinhal, assim como na colectiva "ADN" no Mês
da Fotografia - ImaginArte - Almada. Em 2017, para além desta exposição no
Atmosfera M de Lisboa, tem agendadas para Maio no Espaço Atmosfera M - Porto,
para Junho na Fábrica de Alternativas - Algés, para Setembro... novas mostras.
Rosário Breve Rosário Breve n.º 500 (mais um século) por Daniel Abrunheiro
Sim,
verdade: esta é a crónica n.º 500 da série Rosário
Breve. Parece mentira. Quinhentas semanas aqui. Se é um privilégio não
escrever para a gaveta, redobrado privilégio é fazê-lo na e para a última
página deste Jornal. Sinto profundamente isto que aqui deixo dito. Faz em Maio
próximo dez anos que aqui dei por publicada a primeira coluna. Estranha coisa:
uma década esfumada assim, assim como se nada fosse. No entanto, cá cantam, nos
ossos e no gasto de tantos lápis, esses dez anos. É com alguma perplexidade que
conto cinzas. Quinhentos prumos de fumo, quinhentas miradas, quinhentos
grandes-tudos & quinhentos pequenos-nadas. Adiante, todavia.
Adiante
neste sentido: por felicíssima coincidência, esta crónica n.º 500 alinha-se em perfeita
esquadria com uma outra efeméride que, essa sim, ilumina solarmente a minha
vida – segunda-feira próxima, 10 de Abril, é o centenário do nascimento do
senhor meu Pai. 500x100, portanto. Esta crónica só poderia ser deposta a seus
pés. Mais do que um bom homem, o meu Pai foi um homem bom. A alteração do lugar do adjectivo diz (quási) tudo dele.
Daniel dos Santos Abrunheiro nasceu a 10 de Abril de 1917, morrendo a 24 de
Abril de 1994. Se em sorte me couber o total de anos que foi o dele, tenho
’inda mais 24 para fazer sombra pelo chão, honrando-lhe o nome até quando, à
imitação dele, estiver dormindo.
Encerro com
um texto que lhe dediquei há uns anos já. Antes, todavia, deixo este recado ao
meu Leitor: sou-te profundamente grato – sim, a ti, que tanto lápis me fazes
gastar em prol de uma gaveta que não preciso de abrir.
Tesouro
Vi os olhos do meu pai na cara de um homem que
passava na rua.
Durou pouco, o regresso desse olhar de cão
batido.
O homem olhou-me com um olhar que já era o
dele.
Fiquei parado na rua.
Fazia sol.
O meu destino, que na altura era ir ao
multibanco, tinha perdido o sentido, como todos os destinos.
Os olhos do meu pai, caramba.
Estes anos todos sem ele, e ali estavam os
olhos.
Preciso sempre de uma explicação.
Preciso sempre de saber tudo.
Continuei parado ao sol, à espera de perceber.
Não durou muito, a explicação.
Eu tinha parado diante de uma montra espelhada.
O sol devolvia-me todo um corpo de vidro e luz
parecido comigo.
Olhei-me os sapatos, os joelhos, a aba do
casaco, a gravata, a cara.
Nessa cara alheia, lá estava outra vez o olhar
do meu pai.
Nunca mais volto ao multibanco.
Nunca mais vou precisar de dinheiro.
Um tesouro olha por mim.
sexta-feira, 31 de março de 2017
quinta-feira, 30 de março de 2017
Lançamento, no dia 1 em Moura do álbum de Carlos Rico de banda desenhada com a biografia de um mourense de eleição: José Coelho, músico e compositor
Lançamento do álbum de Carlos Rico
de banda desenhada com a biografia de um mourense de eleição: José Coelho,
músico e compositor cuja obra mais conhecida é o Hino a N.ª S.ª do Carmo,
tocada em todos os pontos do país e não só.
Será no próximo sábado, dia 1, às
três e meia da tarde, na feira do Livro de Moura.
A edição é da Câmara Municipal de
Moura.
A seguir ao lançamento, haverá um
concerto com a Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os
Amarelos".
E à noite, um outro concerto com
os... Virgem Suta!
segunda-feira, 20 de março de 2017
No dia 21 de Março celebramos o aniversário de Bordalo Pinheiro com a inauguração da Exposição Lisboa de Bordalo. no Museu Bordalo Pinheiro (Campo Grande - Lisboa)
No dia 21 de Março celebramos o aniversário de Bordalo Pinheiro com a inauguração da Exposição Lisboa de Bordalo.
Um passeio sobre a Lisboa do fim do século XIX, com todos os condimentos que Bordalo sabe tão bem usar: informação, talento, humor.
Venha até ao Museu 3a feira, dia 21 de Março, às 18.30, ajudar a celebrar o 171º aniversário de Rafael Bordalo Pinheiro!
.
Um passeio sobre a Lisboa do fim do século XIX, com todos os condimentos que Bordalo sabe tão bem usar: informação, talento, humor.
Venha até ao Museu 3a feira, dia 21 de Março, às 18.30, ajudar a celebrar o 171º aniversário de Rafael Bordalo Pinheiro!
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sexta-feira, 3 de março de 2017
Tertulia - Caricatura, Historia & Iconografia dia 6 de Março pelas 18h30 no Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa - Campo Grande)

Pense bem: já imaginou o tecto de uma biblioteca com a representação de 1.695 personalidades da História da Arte Mundial?
Foi o que o caricaturista Rui Pimentel fez para a sua casa e que agora apresenta aqui no Museu Bordalo Pinheiro, na exposição Uma História da Arte Mundial.
Irene Flunser Pimentel, historiadora, Osvaldo Macedo de Sousa, historiador do humor e o próprio Rui Pimentel vão sentar-se connosco a conversar sobre esta exposição e a interpretar a razão de ser desta escolha tão pessoal e a forma como as personagens foram representadas.
Caricatura, História e Iconografia são assim os temas que vão iniciar a conversa, que se adivinha animada !
Na próxima 2a feira, dia 6 de Março, às 18.30
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
LANÇAMENTO DO LIVRO “GAJO BORBULHA” DA AUTORIA DE MÁRIO JOSÉ TEIXEIRA – 4 de Março em Cabeceiras de Bastos
No próximo dia 4 de março (sábado), pelas 16h00, realizar-se-á na CASA DO
TEMPO a cerimónia de lançamento do livro “GAJO BORBULHA”, uma publicação em
banda desenhada da autoria do criativo MÁRIO JOSÉ TEIXEIRA, nosso talentoso
conterrâneo.
O “GAJO BORBULHA”, uma animada edição de autor que
conta com o apoio da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, é uma sátira a
alguns dos pontos-chaves do ser português, rindo-se mordazmente de si próprio e
fazendo-nos rir com ele.
MÁRIO JOSÉ TEIXEIRA é um artista que se destaca pelos
seus dotes mas também pela sua versatilidade, um atributo que só o talento
permite e que se espalha pela ilustração, cartoon, caricatura, banda desenhada,
maqueta e até pela escultura, cenografia ou carpintaria.
Para além dos trabalhos artísticos que vai expondo, da
bibliografia deste nosso conterrâneo consta outras publicações, designadamente:
“TAMOS TRAMADOS” (edição de autor), “O FORAL DE CABECEIRAS DE BASTO”, “O NOSSO
MOSTEIRO” e “A LENDA DO BASTO”, três edições da Câmara Municipal de Cabeceiras
de Basto que têm como objetivo transmitir, afirmar e perpetuar junto das
gerações vindouras a identidade cultural do nosso concelho e as raízes
históricas das nossas gentes.
Francisco Alves, presidente da Câmara Municipal de
Cabeceiras de Basto, e Fátima Marinho, autora local com vasta obra publicada,
farão a apresentação do trabalho em referência, bem como do historial artístico
do respetivo autor.
Dia 2 de Março - 18h30 - Conferência - Stuart Carvalhais e a Cidade de Lisboa por Osvaldo Macedo de Sousa no Palácio Beau Sejour (Estrada de Benfica 368 Lisboa)
Dia 2 comemoram-se 56 anos da morte deste genial artista dos humores,
e dia 7 de Março 130 anos do seu nascimento
Nesta palestra, vamos realizar uma viagem pela sua vida e obra, principalmente nas que usam a cidade de Lisboa como cenografia humorística
GEO - Gabinete de Estudos
Olisiponenses - Estrada
de Benfica, 368 | 1500-100 LISBOA
domingo, 26 de fevereiro de 2017
Inauguração da extensão da V Bienal de Humor Luis d'Oliveira Guimarães - Espinhal - Penela 2016 no Espaço Atmosfera M no Porto no dia 20 de Fevereiro de 2017
A exposição de uma selecção de trabalhos da V Bienal de Humor Luis
d'Oliveira Guimarães - Espinhal / Penela encontra-se patente no Porto - Espaço
Atmosfera M (Rua Julio Dinis) até ao final do mês de Março
Momento dos discursos com Fernanda de Freitas (Coordenadora do Atmosfera M), António Alves (Presidente da Junta de Freguesia do Espinhal), Luis Filipe Matias (Presidente do Município de Penela) e Osvaldo Macedo de Sousa (Director Artístico da Bienal)
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Tertúlia . Rafael Bordalo Pinheiro no Brasil no Museu Bordalo Pinheiro em Lisboa no dia 22 de Fevereiro pelas 18h30
Rafael Bordalo Pinheiro viveu no Brasil entre 1875 e 1879.
É um período da sua vida menos conhecido em Portugal, apesar de ter sido muito rico e de ter deixado ficar o seu nome ligado ao humor brasileiro (nomeadamente com a publicação de jornais como o Besouro e o Psst!).
Rômulo Farias Brito é doutorando da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e está no Museu a investigar estes tempos brasileiros de Bordalo.
Venha ouvir o resultado da sua investigação no dia 22 (4ª feira) às 18.30.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Crónica Rosário Breve Pilhéria com pilhas au cognac por Daniel Abrunheiro
Na semana passada, dei-vos
conta de (in)certa viagem minha para breve. Esta semana, digo-vos que parte
desse périplo está cumprida já. Não interessa por ora aonde fui fazer o quê.
Não é por rebuço de mistério que fecho isso em copas – é porque (ainda) não vem
ao caso. Ao caso, todavia, vem o ganho com que fui remunerado. Digo: os ganhos,
que vário me foi o lucro pessoal na & da jornada. Mostro exemplos.
Fui e vim de expresso
rodoviário. Anoto: achei-me bem servido. Horário escrupulosamente cumprido.
Segurança, conforto, placidez, despacho. Um senãozito
apenas: à ida, tive por vizinhança de assento um papagaio ginecológico com
quase tantos aniversários quantas camadas de tinta na tromba engelhada. Quase
não largou o telemóvel a viagem toda. Ao filho divorciado, para inquirir se o
pobre tem ou não tem visto os filhos que co-fez com a inominável outra que o trocou por um dentista do
Sabugal. À filha, professora num paul de Portalegre, a demandar se sempre vai
com a mamã ao espectáculo do papa Francisco (sessão dupla em Maio numa
cova-da-iria perto de si). À amiga Madalena para lhe contar tudo-tudinho do que
filho & filha lhe mentiram.
Estive perto – ou antes, não
andou ela longe – do estrangulamento, radical remédio a que não dei deferimento
por ter alergia micótica a pescoços de galinha velha e por não estar para me
chatear depois com o motorista, que era um gordo feliz & sabedor das letras
todas das canções todas com que a Rádio Renascença unge o desmiolado rebanho de
Deus que é o meu. Lá chegámos, enfim.
Vieram buscar-me ao ponto
combinado. Recebi logo demasias de lorde. Deram-me café & conhaque, tabaco
acabadinho de amortalhar, uma fotografia emoldurada do senhor presidente da
Câmara a rir-se muito por ter na mão direita um saco cheio de pilhas para o
pilhão & na mão esquerda um vereador de barbas oitocentistas também muito
feliz por causa das pilhas e das barbas e de estar na mão do senhor presidente
da Câmara, uma caneta de tinta mais permanente do que as tretas que escrevo, um
CD autografado pelo Tony Carreira com espaço em branco para eu lá fingir o meu
nome com a caneta nova, deram-me mais conhaque a pretexto da filosofia
maravilhosa que é a de um-dia-não-são-dias,
levaram-me ao W Shopping para eu fazer um poema de fazer lacrimejar os calhaus
da calçada sobre a pedinte de serviço à porta, fiz o poema e fui muito
aplaudido pelos analfabetos do tipo isto-é-um-país-de-poetas,
levaram-me aos ombros até um tasco maravilhoso que fez da feijoada de caracoleta
uma religião do palato e cujo vinho-da-casa assentava no porão como um colchão
de veludo, por estar a chover ficámos deliciosamente sitiados no dito tasco,
cujo conhaque-da-casa era servido a biberão aquecido, deram-me conselhos sobre
como resguardar o meu desta comédia
toda da Caixa Geral de Depósitos, aproveitei para mandar umas bocas impenitentes & impertinentes
sobre a mansidão acrítica do vulgo cada vez que há autárquicas, coisa que não
foi bem recebida porque o vulgo às vezes percebe que é corno-manso mas não
gosta que lho digam nas ventas, valendo-me a intempestiva chegada, a
recolher-se da chuva, da senhora que tem uma filha professora em Portalegre ou
no Sabugal ou em Fátima, na altura não fui capaz de precisar e agora também
ainda não.
Trouxeram-me em
carrinho-de-mão de volta à Rodoviária, descalçaram-me de botas porque o inchaço
das patas me dava ânsias de morrer sem ter feito mais filhos, nem escrito mais
livros, nem urinado em mais árvores, à cautela marcaram-me nova viagem para
quando o pus do fígado desse sinais de conformidade com os níveis impostos pela
União Europeia, semearam-me no bolso da jaqueta uma de vinte para o táxi entre
a gare & a mulher, pediram-me que voltasse para a semana por ser certo que
o W Shopping muda de pedinte à porta, havendo pois que fazer versos novos em
celebração de tal aparato. Aquiesci, claro que aquiesci.
Se por ora mais não conto, é
por me faltarem as pilhas, ao contrário dos barbudos felizes para quem isto da
responsabilidade é tudo uma letra vã como a das canções da Rádio Renascença.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Rui Pimentel no Museu Bordalo Pinheiro a partir de 6 de Fevereiro
Uma História da Arte
Mundial é a proposta de Rui Pimentel para a exposição que inaugura no dia 8 de Fevereiro (quarta-feira), às
18.30, no Museu Bordalo Pinheiro em Lisboa (Campo Grande, 382).
São 1695 personagens notáveis (telas criadas para decorar o tecto da Biblioteca do autor) que vão povoar o Museu pela mão do caricaturista Rui Pimentel.
Ponha já na agenda!
São 1695 personagens notáveis (telas criadas para decorar o tecto da Biblioteca do autor) que vão povoar o Museu pela mão do caricaturista Rui Pimentel.
Ponha já na agenda!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Bariş Inan POLITICAL CARTOONIST IN PRISON SUED AGAIN FOR DRAWING ERDOGAN
FOR DRAWING ERDOGAN
Bariş Inan, a political cartoonist whose works have been published in the
GUNDEM newspaper and our magazine
HOMUR, and who has been serving an aggravated life imprisonment in the
Izmit-Kandira F-type Prison, has been sued for drawing the Turkish president
Recep Tayyip Erdoğan as a baby in diapers. His trial will be heard on January
31- 2017, Tuesday, at the criminal court of first
instance in Izmit-Kandira. Political powers behind this legal/judicial? action
seem to be attempting to break new ground by suing a person that is already
serving an aggravated life imprisoment sentence, who they have never considered
to release at all. We strongly believe that this new lawsuit is an attack on
the world of caricature, as well as on free speech and communication, and thus
feel it is our duty to announce it to the public.
HOMUR
Caricature and Humor Group
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
CrónicaRosário Breve A idade de Deus & a minha: descubra a diferença prática por Daniel Abrunheiro
Uma boa
maneira de haver menos idiotas no mundo é não fazermos mais filhos às mulheres
deles. Digo-o eu, assim um bocadito co’s nervos. Mas só um bocadito: na minha
idade, é bem mais curial cansar-me galgando escadas do que dando fôlego à
globalizada imbecilidade que pelo mundo campeia e ao mundo infesta.
Ah, tivera
eu hoje menos uns vint’anitos no couro que decerto me indignara mais & com
mais férrea força ante tanta incomunicação-dita-social do jornaleirismo-croquete em voga. Sabeis? A gula dos mirones ante as sessões de porrada
Carrilho-Bárbara. A gosma dos voyeurs
perante as neonamoradas do Futebol Pinto da Costa & do Sporting Carvalho do
Bruno. O frisson do galinhedo
paraliterário cacarejando o-Dylan-merece-o-Nobel-porque-sim-sim-senhores
e/ou por-causa-disso-é-que-o-Leonard-Cohen-morreu-de-desgosto
e/ou/ainda com-a-azia-o-Lob’Antunes-já-deve-andar-a-sonhar-com-pelo-menos-um-Grammy-para-o-ano-que-vem.
E depois,
aquela farruscada toda da questão dos taxistas (de Lx., note-se) co’ a Uber
& a Cabify, a qual só me desperta uma ilação de pronto & evidentíssimo
teor homofóbicoiso e que é a seguinte: nunca é de confiar num gajo que nos
deixa ir atrás. Ou então aquela que mete meninas: o Instituto Nacional de (ment’)Estatística
revela que em Lisboa existem 189 meninas virgens por cada taxista sério – mas
só há prova confirmada de 188.
Mais: a
clara & flagrante certeza de as praxes estarem para a dignidade académica
como o Relvas para a mesma. Isto por causa de uma equivalência que me parece clara como aquilo à volta da gema do
ovo: se o analfabetismo funcional fizesse ondas, o ensino-dito-superior
português seria um tsunami de
alto-lá-co’-baile-e-pára-o-charuto.
E a
carneirada das selfies? Não V. faz
impressão, nas tragicomediantes redes-alegadamente-sociais, aquela malta toda
só com um braço? O problema de tanta clonestupidez
é afinal napoleónico: por causa do seguidismo, vai tudo para (o) maneta.
E a rábula
do declara-não-declaro-nada-o-património
dos indigitados (tu)barões daquela Caixa que dizem ser nossa? Ide por mim:
fornicar os ricos não é sexo – é amor.
Ainda há
pouco, era voz-corrente esta barbaridade acéfala: “Taxar os gajos de 500 mil euros p’ra cima é matar o investimento.”
Ai é? Ai é? E fomentar o desemprego é o quê, ó cáfila de cornúpetos
descalcificados?
Cá p’ra
mim, a pessoa deixa de ser criança quando cessa de acreditar no Pai Natal. E
volta a sê-lo quando começa a acreditar no Sócras.
Foi como com aquilo das entrevistas do juiz Carlos Alexandre – só achei mal ele
ter escolhido a SIC e o Expresso. Sim, mal: então duas vezes o
exclusivo para o PSD-à-la-Balsemão
porquê? Não há mais papagaios nas outras gamelas partidário-jornaleiras? Há.
Então, quid juris?
Ai,
estranha és, ó Madre-Língua-Portuguesa minha. Estranha mas bela. Bela mas
estranha. Quando decides elogiar alguém, dizes: “Não há pai para fulano.” Ou seja, valorizas o fidapu. Há mas é que não confundir o burkini raso com o Burkina Faso. E saber que a frieira rebenta a pele por vir da geada islâmica. E topar de antemão que a
melhor maneira de abrir buracos num green
novo é praticar o golf pérsico. O
Deus de cá sabe que eu nisto tenho toda a razão, o (a)lá deles é que não.
Quanto a mim, só sei que a fé & a ignorância são unha-com-carne vezes demais.
E que não é solução roer as unhas até fazer carne-viva.
E agora que
a UE já não é só p’ra-inglês-ver? Agora que a UE já não é só p’ra-inglês-ver, retenhamos
do brexit ao menos uma coisa boa,
muito boa, pelo menos uma: são maiores as hipóteses de vermos menos por cá os
execráveis McCann, esse inenarrável par-de-jarras que fez carreira vitalícia do
abandono de três filhos menoríssimos para ir prá comezaina.
Ó pessoal,
por favor atenção: apesar de todo o desarrazoado supra, sou muito menos
esquisito do que o mundo em geral & do que a TV-por-cabo em particular.
Ainda agora. Olhai-m’esta: acabo de ver uma série com cenas de vampiras
lésbicas. Sim. Vampiras. Lésbicas. Coitadas! Devem namorar uma só vez por mês.
(Como eu aqui em casa, aliás, num mês bom.) Ai, saudades do tempo da ditadura
da RTP-única….Em casa de meus saudosos Pais, certa vez. Certa vez, em casa de
meus saudosos Pais, o som do televisor pifou-se. A imagem, na mesma. Mas o som,
népias. Eu era então tão moço, que cri com esperança naquilo resolver-se por si
só. Continuei a ver. Nisto, aparecem as Doce.
Lembrai-vos das Doce? Sem som embora,
gostei muito de vê-las cantar. Idade feliz, essa minha. Não é como a idade de
Deus. Deus perdoa, a idade não.
Nem eu.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Lançamento de Paródia Culinária, À Mesa de Bordalo, 3a feira às 18 horas no Museu Rafael Bordalo Pinheiro (Campo Grande - Lisboa)
Na 3a feira, dia 29 vamos apresentar o
livro Paródia Culinária, à Mesa de Bordalo.
É um livro de receitas "à moda
antiga", ilustrado por desenhos de Bordalo, que são apresentados na
exposição Bordalo à Mesa, que pode ver no Museu.
A apresentação vai ser feita por Alexandra
Prado Coelho, com Pedro Bebiano Braga (comissário da exposição) e Rita
Nobre de Carvalho (designer do livro)
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