ao
sexta-feira, 29 de maio de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
Liberdade - Mostra de trabalhos da IV Bienal de Humor Luiz de Oliveira Guimarães - Penela patente ao publico na Assembleia da República - Palácio de S. Bento Lisboa até 19 de Junho
Inaugurou no antigo Refeitório dos Monges, no Parlamento - Assembleia da Republica a exposição sobre a Liberdade através do humor. Não foi fácil aquela casa abrir as portas á liberdade e depois de uma longa telenovela e passada a data prevista que era a comemoração do 25 de Abril com a Liberdade, abriu finalmente a 20 de Maio e ficará patente ao publico até 19 de Junho.
Esta é uma organização da Câmara Municipal de Penela / Junta de Freguesia do Espinhal e Assembleia da República com Produção da Humorgrafe
Na hora dos discursos podem-se ver na foto o Presidente da Junta de Freguesia do Espinhal António Alves, o Presidente do Município de Penela Luís Filipe Matias, a representante da família Leonor Oliveira Guimarães, o Director da Bienal Osvaldo Macedo de Sousa e a Deputada Maria da Conceição Pereira
59.ª, da Revista “O Pimpolho”
Exmo(a)s Senhor(a)es, / Ladies and Gentlemen,
Está disponível on-line mais uma edição, a 59.ª, da Revista “O Pimpolho”. / Is available online another edition, 59. Nd Magazine's "O Pimpolho."
O endereço de acesso é:
http://opimpolho.no.sapo.pt/pagina3.html
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É possível aceder também a partir da página inicial, http://opimpolho.no.sapo.pt, e seleccionar a opção Fanzine no ícone respectivo no topo da página.
You can also access from the homepage, http://opimpolho.no.sapo.pt, and select the corresponding icon Fanzine at the top of the page.
José Sarmento
Tlm + 351 93 903 76 12
jsto@net.sapo.pt
http://opimpolho.no.sapo.pt
http://sarmento-news.blogspot.com
http://josesarmento.blogspot.com
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domingo, 17 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Neste fim de semana vamos celebrar o Dia Internacional do Museus no Museu Bordalo Pinheiro.
Neste fim de
semana vamos celebrar o Dia Internacional do Museus no Museu Bordalo Pinheiro.
Preparámos visitas guiadas às exposições temporárias (Comes com
Bordalo e Bebes com Bordalo e Varinas de Lisboa - em colaboração com o Museu de
Lisboa), apresentação dos trabalhos do Curso de BD de Penim
Loureiro e do Grafitti da Rita Constantino (Veja o programa completo em anexo).
Há ainda duas
conversas:
a apresentação
do livro As Caldas de Bordalo de Isabel Castanheira, com João Paulo Cotrim, Carlos Querido e Miguel
Macedo, no sábado às 18.30;
As novas sardinhas de
Bordalo, Com o designer Jorge Silva, Rita Castel-Branco (EGEAC) e Nuno Barra
(Fábrica Bordallo Pinheiro) na 2ª feira, às 19horas.
A seguir às conversas
vamos ter a degustação das conservas gourmet da Bom Petisco e dos magníficos
Vinhos da Região de Lisboa.
Esperamos por si, mas já sabe que este mail é para os amigos.
Não para que se sintam
obrigados a vir, mas para que saibam onde há coisas divertidas em Lisboa.
Rosário Breve - 25 menos 25 igual a 28 por Daniel Abrunheiro
Sentado em perfeita solidão no banco da paragem, espero o autocarro da
carreira 27, o das 19h45m. Calor. Inconstante como a vida, o meu Maio natalício
esteve de radiador ligado o dia todo. E que me oferece a espera, primeiro, e a
viagem, depois? Oferece-me números:
1. A derradeira
dança do pombal pelo entardenoitecer. Umas duas dezenas e meia delas voando em
formação ordenada, elíptica, comandada por um qualquer instinto gregário e
aerotopográfico que não sei azimutar, muito menos explicar. Constituem uma
forç’aérea muito bela e muito poderosa no azul-ferrete terminal do firmamento.
Um pouco mais alto do que elas, todavia, mas delas ameaçadoramente não muito
longe, sobrevoa-as um milhafre. De rapace solidão é a figura dele. Lento,
pensativo, calculista, armado até aos dentes que aliás nem tem, merece-me uma
alcunha má: Carlucci.
2. Derredor, o
arvoredo incólume do planalto (cedros, mormente) matiza uma álea de sombra em
refresco. Estão, ainda, vinte & muitos graus centígrados. A esquadrilha
columbina desapareceu (para) já. O milhafre, não. Dele, a linha escura tem
qualquer coisa de traço cuneiforme, de caligrama chinês, de cabide sumério. Não
o odeio nem o venero – vigio-o, tão-só.
3. A quatro
minutos do horário, passa-me defronte um quarentão de chapéu amarelo fitado de
azul, pele tisnada daquele inequívoco açafrão típico do pica-heroa,
rabo-de-cavalo a precisar muito de água-sabão. Vai labiando, como se charutasse
um habano, um mata-ratos enrolado à mão que rastilha pelo ar uma espiral
pró-hílare de oleaginosa essência de Marraquexe. No preciso entrementes mesmo,
cruza a via (mas oh quão majestosamente!) um luzifelídeo, vulgo gato, de pêlo
tipo carvão refractário, qual tocha negra de todo alheia e imune a tudo isto a
que, se calhar por inconsciente auto-sarcasmo, chamamos “civilização”.
4. Tudo isto é
pela hora a que os Antigos chamavam “noitinha”, mimoseador diminutivo da
tenebrosa incógnita que a Noite é, foi sempre & sempre será. Eu chamo-lhe “entardenoitecer”.
Eu chamo-lhe “luzcofuspúsculo”. Espécie de, digo eu, “eterni’tarde”.
0u de “peren’oite”. Acaso, ocaso tudo, qual seja o nome.
5. A bordo já
do 27, colecciono os terminais lampejos solares que faíscam nas cúpulas dos
prédios de mais altos cristais: frechas de ouro oblíquo, dardos de platina
torrada. Mas também se me dá a recepção de certa pré-lunaridade na progressiva
quietação: dirigindo-me eu a certa reunião (às 21h00m em ponto) de deserdados
& desencaminhados do viver meus afins, recebo os sinais do vulgo humilde –
a evidente fadiga dos trabalhadores em fim de jornada, a volatilização em éter
dos desempregados cansados de enxamear sem préstimo o mundo-colmeia das
abelhas-ainda-assalariadas, o cego de caixa-fenda-esmoler ao peito reenrolando
os naperons das cautelas que ficaram por vender à pequena-sorte, o par de
namorados partilhando a botelha plástica de água morna mercê de mole câmbio
ósculo-beijoqueiro, a autoridade da incerteza pesando os quilogramas do
Destino.
6. E ainda se
me oferece saber, via O RIBATEJO da semana passada, que o “pacu”, peixe
parece que familiar da sinistra e dentívora piranha, prolifera no
fluvial-tomarense Nabão.E tanto prolifera ele, ouço dizer, que já lhe dá para
migrar do rio para a seca Assembleia Municipal de Santarém, pardieiro-capoeiro
onde andam urdindo a troca festivo-fogueteira do 25 de Abril pelo 25 de
Novembro. O de 1974 pelo de 1975, portanto. O pacu anda armado em milhafre, por
modos. Mas é mentira. O pac(arl)u(cci) não é nada o 25/XI/75 que quer festejar.
É o 28. De Maio. De 1926. É, é. Repete a desgraça da História quem não engraça
com a lição da memória.
Digo-vos eu tão-só isto: cuidado, garnizés, que as pombas ainda um dia se
cansam de tanta mansidão. A ponto de um dia destes ainda fazerem pombal-quartel-general
na maltratada EPC, de cujo pátio e de cujos portões, por mais degradados pela
incúria e pela amnésia obrigatória dos politicamente imberbes cachopos de
momento galarós no poleiro local, sairão voando baixinho.
De chaimite.
E de megafónicas asas abertas à SalgueiroMaia.
Cuidado com elas. Isto é: connosco.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Bases do Certame de Caricatura
Bases do Certame de Caricatura <Cidade de
Ferrol>
O Club de Prensa
de Ferrol, convoca o Primeiro Certame
da Caricatura <Cidade de Ferrol>, coas seguintes bases:
1. Poderán
participar caricaturistas profesionais e afecionados de calquera nacionalidade.
2. Cada
participante presentará 2 caricaturas. Unha terá como modelo o escritor
ferrolán Gonzalo Torrente Ballester. As outra caricatura será de libre elección
do participante.
3. As caricaturas
enviaranse ao correo info@clubdeprensadeferrol.com, en formato
dixital con dimensións DIN A3, en JPF ou TIFF e 300 d.p.i. de resolución, sen
sobrepasar os 5Mg.
4. O prazo de
recepción dos traballos presentados remata ás 24 horas do día 15 de xullo de
2015.
5. O fallo do
Xurado farase público o 26 de xullo de 2015. As decisións do Xurado, formado
por coñecidos profesionais das artes plásticas, serán inapelabeis.
6. Haberá un
único premio en metálico de 600 euros e o gañador levará, ademais, un Trofeo
realizado por un artista recoñecido internacionalmente. Os traballos finalistas
recibirán un diploma. O gañador enviará ao Apartado de Correos 283 de Ferrol. Código
Postal 15480, os orixinais dos traballos presentados en canto se lle
comunique o fallo do xurado.
Bases del Certamen de Caricatura <Ciudad de
Ferrol>
El Club de Prensa
de Ferrol, convoca el Primer Certamen
de Caricatura <Ciudad de Ferrol>, con las siguientes bases:
1. Podrán
participar caricaturistas profesionales y aficionados de cualquier nacionalidad.
2. Cada
participante presentará 2 caricaturas. Una tendrá como modelo el escritor
ferrolano Gonzalo Torrente Ballester. La otra será de libre elección del
participante.
3. Las
caricaturas se enviaran al correo info@clubdeprensadeferrol.com, en
formato digital con dimensiones DIN A3, en JPF o TIFF y 300 d.p.i. de
resolución, sin sobrepasar los 5Mg.
4. El plazo de
recepción de los trabajos presentados termina a las 24 horas del día 15 de julio
de 2015.
5. El fallo del
Jurado se hará público el 26 de julio de 2015. Las decisiones del Jurado,
formado por conocidos profesionales de las artes plásticas, serán inapelables.
6. Habrá un único
premio en metálico de 600 euros y el ganador llevará, además, un Trofeo
realizado por un artista reconocido internacionalmente. Los trabajos finalistas
recibirán un diploma. El ganador enviará al Apartado de Correos 283 de Ferrol. Código Postal 15480, los originales
de los trabajos presentados en cuanto se le comunique el fallo del jurado.
Rosário Breve Que mal sejas servido, Luís Eugénio por Daniel Abrunheiro
(Nota
prévia: em pessoa, não me atreveria a tutear-te, Luís Eugénio Ferreira. Nesta
folha, onde companheiros escribas somos (por e para minha honra mais do que
para e por tua), atrevo-me. Assim seja, posto que assim vai ser.)
Permite-me
que te justifique o gravoso título da corrente crónica. É sincero, para já. Li,
na mais recente edição do noss’O RIBATEJO, o teu Solilóquio 2.
Nele afirmas já teres obolado o sinistro Caronte. Como quem diz que pagaste já
a fatal travessia que a todos nos está reservada. Se adiantado pagaste, que mal
servido sejas, Luís. E que muitos anos demores, a vau, a cruzar tal almegue, a
que não sei se chame Letes ou Hades. Vou mais pelo Letes – o Hades lembra-me
um tal Jorge Mota Coelho Engil a falar…
Mente-me
ainda o noss’O RIBATEJO que estás “à beira de completar os 90 anos”…
Aldrabões! Pode lá pois tal ser! Cinquenta e um faço eu na sexta-feira, 8 do
corrente Maio, e também é mentira!
Bem, mais a
sério: bem mereces os muitos abraços que decerto vais receber no sábado, 9,
pelas 17 horas, no Centro Cultural Scalabitano. Magnífica (mais uma, aliás)
iniciativa do Movimento de Cidadania “No Coração da Cidade”. Parece que
Santarém te retribui em amor, que não em géneros, o amor que (desde) sempre lhe
devotaste.
És, Luís
Eugénio, o tipo de homem que eu quero ser quando for homem. De intocável
hombridade, de indelével civismo, de profunda filantropia, de não cotejável
urbanidade – és um cavalheiro como já tão poucos há.
Quanto à tal
festa de sábado, espero tão-só (vade retro!) que um tal espécimen de
Boliqueime se não lembre de por aí aparecer. Que antiga e moça gente toda tua
seja a tua roda, essa sim.
Tem juízo: e
dá seca ao tal Caronte por muitos anos mais. Fazes-nos falta como o ar, crê-me.
Honra não é palavra vã – e tu honraste a Vida e a Cidade cada dia, cada década,
cada página que (escre)viveste. Honra te seja pois, não feita, mas reconhecida.
Sou-te grato
como leitor. Sou só mais um dentre os muitos afortunados que tiveram o
privilégio de ser teus contemporâneos – e ainda, o que é mais e melhor, teus
coetâneos.
Saúde, Luís
Eugénio! Sobre que escreverás na próxima semana? Seja o que e sobre o que for,
não lhe chames solilóquio. Nunca foi sozinho que falaste. Nunca foi
sozinhos que ficámos depois de ler-te.
Mando-te uma
rosa. Farás o favor de seres cravo para ela.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Convocada la XXII Muestra Internacional de las Artes del Humor, con el lema "Somos diferentes, somos iguales. Libertad, respeto e igualdad"
Convocatoria
www.miah.iqh.es
miah@iqh.es
La
Fundación General de la Universidad de Alcalá a través del Instituto Quevedo
del Humor convoca la XXII Muestra Internacional de las Artes del Humor, en
torno al tema “Somos diferentes, somos iguales. Libertad, respeto e
igualdad”. Para aquellos autores que lo deseen la organización pondrá
a su disposición distinta información sobre el tema a través de la página web.
1 La participación está abierta a todas
las personas mayores de 18 años que deseen participar en el certamen.
2 Para participar en la Muestra se deberá
enviar una obra sobre el tema “Somos diferentes, somos iguales.
Libertad, respeto e igualdad”. Podrá ser una viñeta, una tira o una
caricatura. Junto con la obra se remitirá, debidamente cumplimentada, la ficha
que acompaña a estas bases o el formulario online disponible en
www.miah.iqh.es. La organización se reserva el derecho de invitar a aquellos/as
autores/as que estime conveniente.
3 Las obras deben ir firmadas. Podrán
estar realizadas en cualquier técnica y soporte, con unas dimensiones máximas
de A3 (297x420 mm.). En las efectuadas en técnica digital, se deberá remitir en formato JPG o TIFF con una resolución mínima de 300 ppp. a miah@iqh.es o a través del formulario online, y se recomienda enviar una copia impresa y firmada, con el número de copia (Ej: Copia 1 de X).
de A3 (297x420 mm.). En las efectuadas en técnica digital, se deberá remitir en formato JPG o TIFF con una resolución mínima de 300 ppp. a miah@iqh.es o a través del formulario online, y se recomienda enviar una copia impresa y firmada, con el número de copia (Ej: Copia 1 de X).
4 Las obras deberán enviarse
convenientemente embaladas. Se recomienda protegerlas con dos cartones planos,
no
haciéndose responsable la organización de los posibles desperfectos ocasionados en el transporte. Los gastos de envío correrán a cargo de las personas que participen en esta convocatoria.
haciéndose responsable la organización de los posibles desperfectos ocasionados en el transporte. Los gastos de envío correrán a cargo de las personas que participen en esta convocatoria.
5 Las obras deberán enviarse antes del 30
de mayo del 2015 a través de correo electrónico miah@iqh.es, formulario online
en www.miah.iqh.es, o a la siguiente dirección:
Fundación General de la Universidad de Alcalá XXII Muestra Internacional de las Artes del Humor
Fundación General de la Universidad de Alcalá XXII Muestra Internacional de las Artes del Humor
C/ Nueva,
4.
28801 Alcalá de Henares
Madrid (España)
Es indispensable atenerse a las fechas indicadas para la adecuada planificación del catálogo y del diseño de la exposición.
28801 Alcalá de Henares
Madrid (España)
Es indispensable atenerse a las fechas indicadas para la adecuada planificación del catálogo y del diseño de la exposición.
6 Una comisión realizará una selección
entre las obras recibidas que será exhibida en la XXII Muestra Internacional de
las artes del humor de la Universidad de Alcalá que se celebrará en
septiembre-noviembre en Alcalá de Henares.
7 Las obras presentadas pasarán a formar
parte de los fondos del Instituto Quevedo del humor de la Fundación General de
la Universidad de Alcalá, salvo indicación expresa en sentido contrario, para lo que habrá que escribir en el reverso de la obra la palabra "Devolución". Aquellos autores que deseen un certificado de donación podrán solicitarlo indicando en el reverso de la obra la palabra “Certificado”.
la Universidad de Alcalá, salvo indicación expresa en sentido contrario, para lo que habrá que escribir en el reverso de la obra la palabra "Devolución". Aquellos autores que deseen un certificado de donación podrán solicitarlo indicando en el reverso de la obra la palabra “Certificado”.
8 El envío de la obra implica que la
autora o el autor autoriza a la Fundación General de la Universidad de Alcalá
su reproducción y difusión, siempre que figure su nombre y el objetivo sea la difusión de la Muestra y demás actividades de la FGUA en el campo del humor, sin que se genere por ello obligación de ningún tipo ante la autora o el autor.
su reproducción y difusión, siempre que figure su nombre y el objetivo sea la difusión de la Muestra y demás actividades de la FGUA en el campo del humor, sin que se genere por ello obligación de ningún tipo ante la autora o el autor.
9 La organización comunicará,
electrónicamente la recepción de los trabajos y la selección de los mismos,
publicando este último listado en su web.
10 A Los autores cuya obra se haya
seleccionado recibirán un ejemplar de la publicación que se editará con motivo
de la celebración de la Muestra.
11 La organización se reserva el derecho de
no exhibir aquellas obras que considere que atentan contra derechos
individuales o colectivos.
12 Los participantes responderán de la
originalidad de los trabajos ante cualquier reclamación, manteniendo indemne a
la organización ante cualquier infracción de derechos o propiedad intelectual
de las mismas.
13 La participación en la Muestra supone la
aceptación de estas bases y la renuncia a cualquier reclamación legal,
recayendo así mismo la responsabilidad de las obras sobre sus autores.
www.miah.iqh.es
miah@iqh.es
Rosário Breve Crónica (ra)Pina(da) por Daniel Abrunheiro
A crónica desta semana nasceu daquele
tipo de coisas que só vividas e acontecidas pessoalmente. Explico-me: regular,
conscienciosa e serenamente revisito/revivo/releio Autores e Livros que são
importantes na minha vida não importante.
Por estes dias mais recentes,
apeteceu-me o saudoso Manuel António Pina (1943-2012). Gosto muito da escrita
dele. Fui à estante e recuperei dois títulos do saudoso senhor: Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (Assírio
& Alvim, Lisboa, Setembro de 1999) e Ainda
Não É O Princípio Nem O Fim Do Mundo Calma É Apenas Um Pouco Tarde (1.ª ed.,
1974; o meu exemplar é da 2.ª ed., A Erva Daninha, 1982). Foi uma ideia feliz.
Pela finimanhã de 25 de Abril do corrente, em Coimbra, reli de um fôlego este
último, ao mesmo ritmo e com a mesma delícia da primeira vez, que me aconteceu
(tenho tudo apontado) a 18 de Abril de 1989, na Figueira da Foz. Já o Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança, que
povoou a minha madrugada de 28 de Dezembro de 1999, foi a minha companhia de 27
de Abril do corrente ano do Senhor. Eis senão quando.
Eis senão quando, esta manhã
(terça-feira, 28 de Abril de 2015), depois de ter ido ali ao Posto de Saúde
(sim, ainda temos um aberto) levar uma pica vitamínica na nalga dextra, coxeando dou de caras, na montra de uma livraria
especializada em livros em fim de edição (isto é, em fim de vida), com um
título atraentíssimo: Dito em Voz Alta –
Entrevistas sobre Literatura, Isto É, sobre Tudo, dum tal… Manuel António
Pina (edição de Abril de 2007 da entretanto extinta editora conimbricense Pé de
Página, com organização de Sousa Dias, apresentação de Inês Fonseca Santos e
vários entrevistadores). Porreiro, porreiríssimo: por 1 (um!) euro, ganhei o
dia. (Há lá mais uma data deles: se quiserdes, mandai-me um mail a pedir um, que vo-lo enviarei pelo
mesmo euro mais portes de correio, azul ou não. Quem é amigo, quem é? Sou eu.)
Mas voltemos atrás um pouco. A páginas
47 do meu exemplar de Ainda Não É O
Princípio Nem O Fim Do Mundo Calma É Apenas Um Pouco Tarde, Pina faz uma
coisa genial. Num poema de quatro quadras intitulado 4 de Julho de 1965, que faz ele? Recorta dos jornais desse dia
frases soltas e entre si desconectadas, criando um hilariante efeito
poético-crítico-estético-político-social. E o diabo a quatro. Eu queria ter
tido aquela ideia. Mas não iria, eu, nunca, isso é que nunca, plagiar o meu
querido, estimado e venerado Pina. Até que, outra vez, eis senão quando: a
páginas 19 do tal Dito em Voz Alta,
“ouço-o” dizer assim: “A literatura – já
uma vez o escrevi – é uma arte de ladrões que roubam a ladrões. Se a
constatação se aplica facilmente à colagem enquanto processo literário,
aplica-se também, no entanto, à generalidade dos outros processos e à própria
literatura enquanto tal.” E conclui ele assim: “Diz Eliot que os poetas fracos copiam e os poetas fortes roubam.”
Modos que eu, ai ele é isso?, esfregando
de contente as cronicantes patitas, me decidi logo, armado em forte, roubar a
ideia. Se bem o pensei, pior o fiz. O que ides ler, pois, não é meu senão no copy-paste. Recortei da edição de O RIBATEJO de 23 de Abril deste (nem há
outro) 2015 tudo o que lá (no “poema” meu,
digo) vem. Daí o itálico. A culpa não é minha. É do saudoso Pina. Em boa
memória dele e em a ele tributo o faço, esperando que da leitura deste
divertimento, que outra coisa afinal não é, algum vosso prazer resulte.
23 de Abril
de 2015
Falsa
ameaça de bomba
câmara
pede investigação
levou
à evacuação
da
Finlândia com amor
que
pode ser lida nesta edição
e
bons vinhos da região.
Pode
fechar em Abrantes
para
a tornar melhor
prudência
com as utopias
geral@restaurante
sem
acesso à conta por
apelo
da união das freguesias.
Esteve
na semana passada
com
tinta ecológica de base vegetal
camião
carregado de palha
pela
assembleia municipal.
Já
não fico cansada.
Aplaudido
de pé no final.
Em
muitas das afirmações
temem que a decisão traga viatura
à
polícia prestar declarações
por
queixas de moradores da agricultura
de
forma 100% segura
por
muitas e boas razões.
Fábrica
de leite fecha e deixa
nas
suas vidas o bem-estar
centro
de excelência agro-alimentar
para
além da bondade das medidas
diz
não ter alternativas
mas
desde sempre a apoiar.
Sessenta
no desemprego são estrelas
da
capital da pele industrial
e
descobrem-se no teatro
a
25 de Abril no mesmo local
a empacotar
pevides por exemplo
do
presidente da câmara municipal.
Prova
disso são os comentários
com
conceitos tão antinatura.
O
Ribatejo – Semanário:
Faça
a sua assinatura.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Festival do Riso este fim de semana na Lousã
Organizada pela Associação Escola do Riso incorpora espectáculos, Congresso do Riso e tentativa de Record Mundial do Guinness com a possivel reunião de 300 pessoa na maior sessão de Yoga do Riso (3 de Maio pelas 16h na Praça Sá Carneiro da Lousã)
Mantém-se a exposição no átrio da Biblioteca Municipal da Lousã, inaugurada a 25 de Abril, de caricaturas de Zé Oliveira "Cromos de S. Bento" - as caricaturas de todos os políticos que tem passado por S. Bento ao longo destes 41 anos ditos de democracia.
terça-feira, 28 de abril de 2015
ATMOSFERA M PORTO | 27 ABRIL - 18H00 - TERTÚLIAS DA SOCIEDADE CIVIL: "VIVEMOS NUMA EUROPA LIVRE?” COM OSVALDO MACEDO DE SOUSA e ONOFRE VARELA
Fernanda de Freitas (Coordenadora do AtmosferaM - Montepio), Osvaldo Macedo de Sousa e Onofre Varela
Crónica Rosário Breve - A Questão por Daniel Abrunheiro
Gosto de datas. As efemérides proporcionam-me a ilusão de
o Tempo poder ser detido, como Aldous Huxley queria, Marcel Proust conseguiu e
Ricardo Salgado ainda não foi.
Esta edição do nosso/Vosso Jornal sai a um 23 de Abril.
Mas não – não é sobre certa Revolução com Cravos (que depressa passou para o
domínio de cravas) que aproveito a boleia da data. Afinal, O RIBATEJO
é semanário, pelo que a 25 de Abril próximo é de fresca legibilidade ainda. Mas
não. É mesmo de 23 de Abril que quero falar-vos alguma coisita esta semana. Na
verdade, de dois 23 de Abril.
O primeiro deles, despacho-o num instantinho: o dito dia
de 1616 é tido como o da mais provável data de falecimento de um colosso da
Literatura mundial: William Shakespeare, na sua terra natal de
Stratford-on-Avon, Inglaterra, onde nascera em 1564. Para muitos, outro gigante
literário morreu precisamente no mesmo dia e no mesmo ano: Miguel de Cervantes,
o genial criador do Quijote. Mas a datação é polémica. A Wikipédia (que
nem sempre é fonte segura deste tipo de águas, refere isto:
“É bem notória a coincidência das datas de morte de dois
dos grandes escritores da humanidade, Cervantes e William Shakespeare, ambos
com data de falecimento em 23 de Abril de 1616. Porém, é importante notar que o
Calendário gregoriano já era utilizado em Castela desde o século XVI, enquanto
que na Inglaterra a sua adopção somente ocorreu em 1751. Daí que,na realidade,
William Shakespeare faleceu dez dias depois de Miguel de Cervantes.”
Deixemo-nos todavia destas afinal ninharias de cronómanos
como eu. É do outro 23 de Abril que quero conversar: o de 1936. Porquê?
Por isto: é a data oficial da criação, pelo Estado (dito) Novo, na Ilha de
Santiago, em Cabo Verde, do Campo de Concentração do Tarrafal. O Morcego
Eunuco, vulgo Oliveira Salazar, antecipou-se no horror ao próprio Hitler.
Já lá estive. Digo: fisicamente, no Tarrafal. Foi em
Julho de 1997.Era eu então formador do CENJOR / Centro Protocolar de Formação
Profissional para Jornalista, com sede em Lisboa. Um protocolo entre o nosso Governo de
então e o seu homólogo de Cabo Verde lá me levou. Missão: seleccionar uma
vintena de candidatos íncolas a jornalistas profissionais e leccionar o módulo
de Língua Portuguesa no âmbito da Escrita Jornalística. O trabalho era doce, o
pagamento à hora era dulcíssimo, as pessoas de lá também. Foram (e são) três
semanas da minha vida para guardar no baú bom da parte melhor do sótão mental.
Menos aquele domingo.
Certo domingo, gente ministerial que me assessorava a
função e a logística dela, levou-me a fazer um périplo pela ilha em que se
situa a capital de Cabo Verde: a Cidade da Praia. Quiseram saber se eu desejava
visitar o famigerado Campo-Prisão. Respondi que sim. Corri-o todo. Em 1997,
estava praticamente intacto: a solidão entenebrecia-o ainda, ainda o exílio
apodrecia até a luz total do sol cabo-verdiano, ainda os fantasmas dos
prisioneiros espectravam os visitantes. Entrei em todas as celas de progressiva
escuridão. Maldisse-me ser português por portugueses terem sido os mandadores
daquele imoral e amoral mural de lento extermínio. E como portugueses nele e
dele foram vítimas. Li as palavras, os nomes, li o que não deveria nunca ter
tido papel onde tal horror fosse escrito.
Saí de lá de garganta cega em nó. Os meus guias aperceberam-se
do meu quebranto e respeitaram a inelutabilidade do meu luto.
Não era tanto a ira anacrónica pelos torcionários que me
sufocava a respiração cardíaca. Era mais a vergonha da minha portugalidade.
Foi há 79 anos, à data da saída deste Jornal. Para muita
gente dotada de memória (que por alguma razão rima com História), foi ontem. E
pode ser amanhã. Não sei, aliás, se o não é já.
Os muros são outros, é certo. São transparentes: este
tijolo é o desemprego, esta cela é o tribunal fechado, este refeitório é a
sopa-dos-pobres, este pátio é o da escola encerrada, este portão é por onde se
entrava para o extinto posto de saúde. Mas os sicários estão vivos. E nunca as
vítimas de que se alimentam lhes escasseiam. Se a “coisa” lá não vai pela
tortura do sono ou pelo arrancar das unhas, vai pela corrupção bancária, vai
pela descredibilização total do regime alegadamente democrático-constitucional,
vai pela plenipotência dos super-escritórios de super-advogados onde são
urdidas as manigâncias que absolvem o corruptor e metem na prisão o ladrão de
uma lata de atum nas hipermercearias dos belmiros. Vai pelo “rating”, que
é como em anglo-economês se designa a actividade dos ratos.
Não. O Tarrafal não está fechado. Chama-se Presente e é
Europeu.
As celas de sucessivas trevas estão aí: chamam-se um-dia-de-cada-vez-amanhã-não-sei.
23 de Abril e coiso e Shakespeare, dizia-vos eu, não
era? Mas o “Otelo” do genial dramaturgo
inglês era de outra qualidade. Por falar nisso, ser não ser(mos) é que é a questão. Agora – quem
queremos ser? É essa a questão. A única questão.
Já agora, depois de amanhã continua a ser Abril. Calha a 25. A data lembra-me qualquer
coisa, hei-de ver se ainda me lembro de quê antes de acabar a crónica.
domingo, 26 de abril de 2015
la exposición Los Quijotes de Mingote
El 9 de abril se inauguró la exposición
Los Quijotes de Mingote, en el Antiguo Hospital de Santa María la Rica (Alcalá
de H.)
La exposición estará formada por 224
dibujos de los más de 600 que Mingote realizó para ilustrar ‘Don Quijote de la
Mancha’, con motivo del cuarto centenario de la publicación de la Segunda Parte
de El Quijote. Podrá visitarse hasta el 31 de mayo.
A través de estas obras, el visitante
puede seguir el hilo narrativo de ‘El Quijote’, con dibujos que ilustran los
pasajes más conocidos de la obra de Cervantes. La exposición incluirá algunos
de los bocetos realizados por Antonio Mingote, así como alguna de las ediciones
que se publicaron con sus dibujos.
La exposición está organizada por el
Instituto Quevedo del humor de la FGUA, de la que Mingote es Presidente
Honorífico Perpetuo. Está enmarcada en el Abril de Cervantes y el Festival de
la Palabra, y se ha realizado en colaboración con la Universidad de Alcalá de
Henares, el Ayuntamiento de Alcalá y la Fundación Diario Madrid. Su
organización ha sido posible gracias a la colaboración de Isabel Vigiola, viuda
de Antonio Mingote, y María Jesús Domínguez.
Ángel
Antonio Mingote (Sitges, 1919 – Madrid 2012)
Dibujante y humorista español. Aunque es
autor de algunas novelas, su fama procede principalmente de su actividad en el
terreno del humor gráfico. Fue colaborador en numerosas revistas y periódicos,
como La Codorniz y ABC, y publicó libros de divulgación histórico-humorística,
como la ‘Historia de la gente’, ‘Historia de Madrid’, ‘Hombre solo’, ‘Hombre
tranquilo’ o ‘El mus: historia, reglamento, técnica, vocabulario’. Entre sus
libros de viñetas cabe citar, ‘Soltera y madre en la vida’, ‘Pierna creciente,
falda menguante’, ‘Hasta que el matrimonio nos separe’, ‘Al cielo iremos los de
siempre’, ‘Solo pobres’ y ‘Mingote, punto y aparte’.
Creó escenografías y figurines
teatrales, cuadros, pinturas murales en edificios madrileños, guiones de cine y
colaboró en la realización de programas radiofónicos y televisivos. Su estilo
gráfico-literario se caracteriza por la sutileza e ironía, la rápida y acertada
pintura de trazos y descripción de caracteres e ideologías, y la sensibilidad
social.
Recibió numerosos títulos y distinciones
y en 1966 se instituye el premio que lleva su nombre, año en el que logra el
Premio Nacional de Periodismo. Más tarde se convierte en el primer humorista
que ingresa en la Academia de la Lengua, ocupando el sillón ‘r’ minúscula. En
1998 se convierte en el primer ganador del Premio
Iberoamericano de Humor Gráfico Quevedos.
En 2005 es investido doctor ‘honoris causa’ por la Universidad de Alcalá, año
en el que realizó las ilustraciones para El Quijote, mostradas en la
exposición, que tardó dos años en completar.
ATMOSFERA M PORTO | 27 ABRIL - 18H00 - TERTÚLIAS DA SOCIEDADE CIVIL: "VIVEMOS NUMA EUROPA LIVRE?” COM OSVALDO MACEDO DE SOUSA, ONOFRE VARELA…
"A LIBERDADE"
"A
Liberdade" na sua expressão ampla, seja a do pensamento, da escolha
política, da integração social ou da opção religiosa, está patente na exposição
de trabalhos gráficos de humoristas, que integraram a IV BIENAL de HUMOR
"LUÍS D’OLIVEIRA GUIMARÃES", organizada pela Câmara Municipal de Penela/Junta
de Freguesia do Espinhal. Uma Produção da Humorgrafe que serviu de mote para
uma série de tertúlias em torno do tema, sem esquecer os eventos ocorridos em
Paris, referentes ao jornal Charlie Hebdo. Terminamos agora com a questão –
“Vivemos numa Europa Livre?”
Rua Júlio Dinis, nº 158/160
4050-318 Porto
4050-318 Porto
Contactos:
T.: 220 004270
Email: atmosferam.porto@montepio.pt.
Email: atmosferam.porto@montepio.pt.
Horário:
Segunda-feira a sábado das 9h30 às 19h30
(Biblioteca das 12h00 às 18h30)
Encerrado aos domingos e feriados.
(Biblioteca das 12h00 às 18h30)
Encerrado aos domingos e feriados.
domingo, 5 de abril de 2015
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