quinta-feira, 23 de outubro de 2014
30 Anos de "Broncas - Homenagem ao Zé Oliveira na Lousã no dia 18 de Outubro
Apresentação do livro "30 Anos de Broncas" do Zé Oliveira. Na mesa Osvaldo Macedo de Sousa, o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Lousã Helder Bruno, o homenageado - autor Zé Oliveira, a Presidente da Cooperativa Trevim, e Carlos Seco Director do jornal "Trevim"
Momento dos autografos
A Festa da Caricatura com ... Eduardo Esteves
Omar Perez (Argentina) e Onofre Varela
Ruz (El Salvador), Eugénio Soares e Santiagu
Fernando Campos e José Monginho
Foram feitas mais de uma centena de caricaturas
No espectáculo da noite o homenageado falando
Foto final, com a ausencia já de alguns amigos como o Mário Teixeira e o Eduardo. Na foto podem-se ver o Manuel Freire, Fernando Campos, Omar Perez, Osvaldo Macedo de Sousa, José Monginho, Santiagu, Eugenio Soares, Ruz. Sentados Onofre Varela, o "Broncas", Zé Oliveira e Carlos Seco
No domingo o passeio ao castelo e aldeias de Xisto
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Conversas à volta da exposição Menezes Ferreira Capitão de Artes
Moderadas por Osvaldo Macedo de Sousa (Produtor e Comissário da exposição) vão se realizar três conversas: Humor e a Guerra, Ilçustração Infanto Juvenil e Arte e a Guerra
Na próxima Sexta inaugura o Festival Internacional AmadoraBD
Iniciam-se as inaugurações do Festival Internacional BD da Amadora. De reparar que o AmadoraCartoon já não se realiza nos Recreios da Amadora mas nas novas instalações da Galeria Municipal Artur Bual. Este ano ano são homenageados o António (Portugal), Xaquin Marin (Espanha) e Yuriy Pogorelov (Ucrânia)
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
25.º Concurso Nacional de Banda Desenhada e 23.º Concurso Nacional de Cartoon do AmadoraBD
Candidaturas dos Concursos de BD e Cartoon do AmadoraBD terminam dia 17 de Outubro
O AmadoraBD 2014 - organizado pela Câmara Municipal da Amadora, que acontece de 24 de Outubro a 9 de Novembro – tem abertas as inscrições para os Concursos Nacionais de Banda Desenhada e de Cartoon, até às 17h do dia 17 de Outubro.
Com o objectivo de incentivar ao aparecimento de novos valores, à produção de Banda Desenhada e proporcionando a sua apresentação pública, o AmadoraBD realiza o 25.º Concurso Nacional de Banda Desenhada e o 23.º Concurso Nacional de Cartoon.
Este ano, com o tema “Diversidade Cultural”, os concursos são dirigidos a autores (individualmente ou em equipa) a partir dos 12 anos (Banda Desenhada) e dos 16 anos (Cartoon).
AmadoraBD 2014 – 25º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA
Núcleo Central do Amadora BD: Fórum Luís de Camões, Brandoa –
24 de Outubro a 9 de Novembro de 2014
Comissariado: Av. Santos Mattos, 2 - Venteira - 2700-748 Amadora, Portugal
Tel: (+351) 21.436.90.55 - Fax: (+351) 21.492.71.80
www.amadorabd.com
Núcleo Central do Amadora BD: Fórum Luís de Camões, Brandoa –
24 de Outubro a 9 de Novembro de 2014
Comissariado: Av. Santos Mattos, 2 - Venteira - 2700-748 Amadora, Portugal
Tel: (+351) 21.436.90.55 - Fax: (+351) 21.492.71.80
www.amadorabd.com
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www.cm-amadora.pt
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www.cm-amadora.pt
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47 anos do jornal Trevim e 30 anos do Broncas, a decorrer no próximo dia 18 de outubro, sábado, na Lousã:
http://youtu.be/YwjzDtAVgr0
Vimos convidá-los para o programa comemorativo dos 47 anos do jornal Trevim e 30 anos do Broncas, a decorrer no próximo dia 18 de outubro, sábado, na Lousã:
Exposição - Homenagem ao Zé "Broncas" Oliveira no Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques até 31 de Outubro, mas, no dia 18, com a presença do homenageado e demais artistas que o homenagearam com trabalhos expostos acontecerá:
15:00 - Apresentação do livro «30 anos a dar Broncas», de Zé Oliveira
Auditório do Museu Dr. Louzã Henriques
16:30 (a partir de) - Sessão de caricatura ao vivo
Átrio do Cineteatro da Lousã
Auditório do Museu Dr. Louzã Henriques
16:30 (a partir de) - Sessão de caricatura ao vivo
Átrio do Cineteatro da Lousã
20:00 – Jantar
21:30 - Recital «Trevim 47», com Manuel Freire e grupo Novárvore
Cineteatro da Lousã
https://www.youtube.com/watch?v=YwjzDtAVgr0quarta-feira, 8 de outubro de 2014
O Museu Bordalo Pinheiro organiza visitas orientadas à exposição Menezes Ferreira, capitão de artes
O Museu Bordalo Pinheiro organiza visitas orientadas à exposição Menezes Ferreira, capitão de artes , até 23 de Novembro. As visitas pretendem dar a conhecer a obra de João Guilherme Menezes Ferreira e a sua participação na 1ª Guerra Mundial, dinamizadas com ateliers ajustados a cada tipo de público.
As visitas são de inscrição gratuita, com marcação prévia para o número 21 817 0666.
"Zé Oliveira 30 Anos a dar Broncas" no Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques até 31 de Outubro
A inauguração da exposição "30 anos a dar Broncas" decorreu este sábado, dia 4, no Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques, entre familiares, amigos e admiradores do criador do cartune, José Oliveira.
Hora dos discursos oficiais: Carlos Sêco Director do Quinzenário Trevim, Helder Bruno Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Lousã, Celeste Garção da Direcção da Cooperativa Trevim, o Historiador Osvaldo Macedo de Sousa e o cartoonista Zé Oliveira
Encontro de cartoonistas: Carlos Seco, Onofre Varela e Zé Oliveira
Patente até dia 31 de outubro, a mostra engloba dezenas de desenhos humorísticos publicados no jornal Trevim ao longo dos últimos 30 anos, pelo que a apreciação desta mostra permite uma revisitação de um Portugal antigo e, no entanto, tão atual.
O aumento de impostos, o desemprego e outras realidades que afetam o "zé povinho" estão sempre na mira do Broncas, um pobre, mas atento serrano, com coragem para dizer o que pensa.
Organizada pela Cooperativa Trevim, esta exposição insere-se nas comemorações do 47º aniversário do seu jornal, cujo programa inclui outras iniciativas (ver abaixo).
PROGRAMA
18 de outubro, sábado
15:00 - Apresentação do livro «30 anos a dar Broncas», de Zé Oliveira
Auditório do Museu Dr. Louzã Henriques
16:30 - Sessão de caricatura ao vivo
Átrio do Cineteatro da Lousã
21:30 - Recital «Trevim 47», com Manuel Freire e Novárvore com colaboração do GERL e Barraca Preta
Cineteatro da Lousã
Auditório do Museu Dr. Louzã Henriques
16:30 - Sessão de caricatura ao vivo
Átrio do Cineteatro da Lousã
21:30 - Recital «Trevim 47», com Manuel Freire e Novárvore com colaboração do GERL e Barraca Preta
Cineteatro da Lousã
domingo, 5 de outubro de 2014
FENAMİZAH e-humor magazine
FENAMİZAH e-humor magazine
NEW ISSUE IS LIVE !
FENAMiZAH / October, 2014 - No: 32
The follow to read online & download:
The published with the contribution of the worldwide authors. Thanks to all!
- - -
NOTICE:
We don't have a commercial purpose.
This e-magazine is a platform for works of the worldwide cartoonists.
and to promote the universal language of cartoon art.
Therefore you can contribute. We will be pleased, If you want to contribute with your humor works (cartoons, comics, text, humorous photos, aphorisms etc.). We are ready to cooperate in any way. > >
communication: fenamizah@ gmail.com
!
reminder for the next issue..
if you want send yours works for next issue
DEADLINE: October 15,
Best regards...
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aziz yavuzdoğan
grafik tasarımcı & karikatürist / graphic designer & cartoonist
grafik tasarımcı & karikatürist / graphic designer & cartoonist
yayın yönetmeni / editor in chief

FENAMİZAH e-dergi
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Crónica Rosário Breve Bye-bye, Tó-Zé, bye-bye e não voltes por Daniel Abrunheiro
Nem todos os cristãos são
católicos, nem todos os católicos são cristãos.
O mesmo se aplica aos socialistas
de Portugal: nem todos os que o são, estão no PS; nem todos os que no PS estão,
socialistas são.
Por outras palavras e no sentido
idêntico: nem das galinhas cresce lã, nem as ovelhas dão ovos.
O que reluz e o que é ouro – raro
coincidem.
Dou por mim a dar nestas lapalisseadas pelo alvor da manhã
derradeira de Setembro. Uma cantoneira da Câmara vai penteando a corta-relvas o
separador central da Avenida. Pela galeria da Rita, choutando a mansinho passo,
uma senhorita-caniche dá trela a si mesma em gracioso par. O copofonista
madrugador das sete e onze acaba de emborcar o terceiro porto mercê de uma
tecnicamente perfeita cabeçada-marcha-atrás.
Dão as sete e doze quando me ocorre
que o senhor papa Francisco sempre há-de, cá p’ra mim, ser tão mais cristão
quão menos católico pareça. Já quanto ao novel campeão de pesos-mosca, António
Costa, aliás simpático e bonacheirão portugoês
do Príncipe Real, o mínimo é agradecer-lhe, para já & se calhar muito, a
deserção do inSeguro da televisiva pantalha. Receio, tão-só, que os coelhos ainda venham a dar ovos, fora da
pagã Páscoa do calendário comercial.
Través tudo isto, faço como os
índios da Nort’aAmérica: tenho as minhas reservas. Tudo faço para não confundir
a canábis com os canibais. De crónicas ferreiro, que espeto de pau me não seja
o argumento. Não pretendo ser indelicado, não é melindrar que pretendo. Os
“simpatizantes” do PS podem perfeitamente integrar procissões santuárias, tal
como ele houve decerto muito padre que a seu tempo votou Sócrates. Não é com
isso que me vou armar em cabeçudo – desses cabeçudos tão cabeçudos, mas tão,
que nem se penteiam, antes estabelecem perímetro. O PS e a Igreja não me fazem
mal. Também me não enchem de sopa o prato. Cá p’ra mim, a filial portuguesa de
Roma e o partido rosicler são como
aqueles primos remotos que todos temos algures: usam-nos o apelido mas não são
nós.
Enquanto tudo isto, uma matrona
conserta ao decote um fio de ouro de que se dependura a medalhinha da Senhora
da Conceição. Mas, por pecaminosamente ter madeixado de trigo químico a cor
natural da cabeleira, é como se a Imaculada habite o sopé de uma silveira
outonal. É como a vocação dos sapateiros para serem coxos. O da minha Rua era:
cambava o próprio andar.
Por este andar, dizia eu pois, o PS
ainda se arrisca a deixar de vez cair a máscara. Que é como quem diz: a
maquilhagem. Aquele “S” sempre significou tudo menos “Socialista”. Foi “S” de
Soares, de Santos (Almeida), de Sampaio, de Sócrates, de Seguro. Só lhe faltou
ser de Santana, pelo histórico descambar.
Ainda me hei-de rir um dia destes.
Digo: de o PS tornar-se PC.
“C” de Costa, não de “Comunista”.
Ou de “Católico”.
Agora de “Cristão” é que não, isso
de certezinha absoluta.
sábado, 27 de setembro de 2014
A Bienal de Humor Luís d'Oliveira Guimarães de Penela já entrou no universo da filatelia com a emissão de um selo e carimbo do dia
No dia da inauguração no Espinhal quem lá estebe pode receber um catálogo com o selo comemorativo e o carimbo do dia
Fotos inauguração da IV Bienal de Humor Luís d' Oliveira Guimarães - Penela 2014 com o tema "Liberdade" agora no Centro Nacional BD e Imagem da Amadora até 17 de Outubro
Instalação alegórica criada pelo Agim
Sulaj da sua obra premiada em Penela
Momento oficial de discursos com o
Presidente da Junta do Espinal António Alves, o Vice-Presidente da Câmara
Municipal de Penela Emídio Domingues, o Vereador da Cultura da Câmara Municipal
da Amadora António Moreira, a Directora do CNBDI da Amadora Cristina Gouveia o
Director Artístico da BHLOG-Penela Osvaldo Macedo de Sousa
Momento em que o Vice-Presidente do
Municipio de Penela e Presidente da Junta do Espinhal entregam aos representantes
do Município da Amadora recordações e produtos da região de Penela
domingo, 21 de setembro de 2014
Rosário Breve - Isto das cores por Daniel Abrunheiro
Na
mesa em frente à minha, um homem doente. É quase ’inda rapaz: uns bons (ou
maus) quinze anos deve ele perfazer a menos dos meus. O rosto dele é um clarão
sanguíneo. A moção gestual dele é muito lenta – como se até o ar lhe doesse. De
que sofrerá? De estar vivo naquele corpo, talvez. Tomou (mas não lentamente!)
um copo alto de café-com-leite. Ei-lo a respirar do esforço. O copo de água
atira-lhe quatro comprimidos (um azul, um verde, um rosa e um prateado) para o
labirinto gástrico (vermelho-negro). O olhar dele é feito de duas ilhotas
pretas sobre nácar coagulado. A roupa é de lavada decência – alguém (a mãe?)
trata dele ainda. Usa ao pescoço um fio religioso que lhe pesa na cerviz: Deus
custa quilogramas na aflição. Tomou-o cedo de mais a terminação: o meu Leitor e
eu, é a um moribundo que assistimos.
Repórter
coscuvilheiro, junto da patroa do botequim indago dele. Diz-me ela que o rapaz
é de família de bem & de bens. Mais me conta que, de quatro filhos, é ele o
último. Último duas vezes: porque dos quatro o mais novo e porque único desde
que, aos três outros, os finou aquela maleita irreciclável da turbina cardíaca.
Chega
entretanto à esplanada a minha pomba das sete e dez. Veio com a alba no bico. É
lustrosa fêmea: maciça, virente-plúmbea, duas graciosas dedadas de tinta
permanente na junção posterior das asas. Cabeça muito viva, mui latina, mui
ladina. Mesmeriza-me sem pudor: quer do comer que sabe ela lhe trago eu no
saco. Faço-a esperar um pouco: estou a escrever para o meu Leitor. Ela
circunvagueia como um polícia aborrecido da vida. Pica do chão, por desfastio,
uma migalha invisível. Sinto a indignação a crescer nela. Mas, por me faltarem
dois parágrafos crónicos, haverá de esperar um pouco mais.
Quando
dela aparto o olhar, descubro, para serena mágoa minha, que se foi já embora o
moço do atávico coração. Ei-lo longe já além, além passando milimetricamente a
passadeira. Causa ele uma fila nervosa de carros impacientes: ser automobilista
é não cuidar do coração. Perdi-o. O meu Leitor perde-se dele. Não voltaremos,
talvez a escreve-lê-lo. Resta-nos a pomba. São sete e dezassete da manhã, sete
minutos a demorámos já.
Vou
ao saco. Tenho arroz para ela. Quatro singelos bagos tenho eu para ela: um
azul, um verde, um rosa e um todo de prata – como só ela.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
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