domingo, 21 de setembro de 2014
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
IV Bienal de Humor Luís d'Oliveira Guimarães - Penela 2014 - Festa da Cariicatura na Feira do Mel do Espinhal
Festa da Caricatura no adro da Igreja Matriz do Espinhal
Santiagu
Henrique e Eugénio Soares
Henrique
Agim Sulaj caricaturando Manuel Freire
A Banda Filarmónica do Espinhal tocou especialmente uma musica para os caricaturistas
Onofre Varela e Santiagu
GHOSTS OF DADA Stane Jagodič / Roberto Kusterle / Ladislav Postupa
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Stane Jagodic
Kunaverjeva 12, 1000
Ljubljana
Breve BIOGRAFIA DE MENEZES FERREIRA por. Osvaldo Macedo de Sousa
João
Guilherme de Menezes Ferreira (Lisboa 26/10/1889 – 15/12/1936) – Militar de
carreira que participou na Revolução do 5 de Outubro e na Grande Guerra na
frente africana (Angola) e europeia (França) como especialista de metralhadoras,
acções que lhe valeram várias condecorações e promoção a Capitão. Na década de
vinte especializar-se-ia como “observador aéreo” e nessa arma participou na
revolta de fevereiro de 1927, cuja acção o empurraria para a Reserva.
Nas
artes ficaria conhecido, dentro do modernismo, principalmente pela sua temática
militar, sendo mesmo o maior defensor da honra dos que participaram na primeira
Grande Guerra. Integrando o grupo que se reunia na revista “A Sátira”, foi com
eles o fundador da Sociedade dos Humoristas Portugueses, participando em todas
as suas exposições de Lisboa (1912, 1913 e 1919). No âmbito das exposições
colectivas de registar também a sua presença num IV Salão dos Humoristas –
Lisboa de 1924 e no Salão dos Humoristas do Porto de 1926, para além do Salão
de Outono de 1926, 25ª Exp. Geral da SNBAL 1928, 26ª Exp.
Geral da SNBAL 1929 e I Exposição dos Independentes de 1930. Em 1919 e 1920
realizou exposições individuais no Salão Bobone de Lisboa, em 1929 nos Grandes
Armazéns Nascimento do Porto e em 1935, uma grande retrospectiva na SBNA de
Lisboa. No total das exposições foram contabilizadas mais de 200 títulos.
Na
imprensa estreou-se em “O Avante” de 1910, prosseguindo colaborações
esporádicas em “A Sátira”, “Riso da Vitória”, “Diário de Lisboa”, “ABC”, “Espectro”…
ou “Gazeta Desportiva”, “Diário da Tarde”, “Voz dos Estoris”, “Voz do
Combatente”…
No
universo editorial para além das capas dos livros “Rápido Bosquejo da Grande Guerra” de António Maria de Figueiredo
Campos e “Tropa d’Africa” de Carlos Selvagem, escreveu, ilustrou e paginou os
álbuns: “João Ninguém, soldado da grande guerra”, “O Fuzilado”, “Aventura Maravilhosa de Gago Coutinho e Sacadura Cabral”,
“Um Conto de Natal”, “Á Luz do Lampadário” e “As Tradições do Colégio Militar”.
Crónica Rosário Breve - Ou estudo ou nada por Daniel Abrunheiro
Felizmente, o meu curriculum académico não compreende (no
sentido duplo de conter e de entender) qualquer cadeira da
“universidade” de Verão da JSD.
Digo felizmente com exactidão: por ser feliz que me sinto com a memória
dos meus professores sérios e com a certeza de ter usufruído de uma pedagogia
humanista só p’ra pessoas. A autognose que hoje posso mostrar ao espelho
enquanto raspo o pelame dos queixais deriva de um lar sólido (ou”estruturado”,
como agora é moda dizer), de uma escola perto e de uma vontade de aprender de que
os anos não são capazes de vergar o espinhaço.
Se a infelicidade me tivesse feito
cursar a tal “universidade” gaiato-citrina, eu seria hoje um palerma vácuo, um
enforcado de gravata, um imbecil irresgatável, uma lesma sintáctica, um caracol
morfológico, uma besta vesga, um assessor solícito, um acólito castrado, um
invertebrado viscoso, um orador afónico, um esterco perfumado, um balão sem nó,
um tumor com pernas, uma unha do polegar roída por prótese dentária, um nojo
literário, um asco de cavalheiro, um cônjuge corno, uma anorexia idiomática, um
assinante do (Amigo do) Povo Livre, um
paulo-bento-contra-a-Alemanha, um dos responsáveis pelas barreiras de Santarém,
um mata-peixes da Vala de Almeirim, um palerma televisivo, um infante sem
infância, um programador do CITIUS,
um ortógrafo indigente, um arrumador a 20 cêntimos no estacionamento
subterrâneo do Jardim da Liberdade, um turista da Águas de Santarém, um colunista de O Mirante, um bilheteiro do teatro Sá da Bandeira, um
actor-fantasma no Rosa Damasceno, um vizinho tê-zero daquele rapaz-escrivão da
Golegã, um artolas patusco da luta contra a corrupção no Cartaxo, um padre sem
fé mas deixai-vir-a-mim-as-criancinhas, um incendiário da Barquinha, um
toureiro zoófilo – e, enfim, um jove’ social-democrata.
Vale-me que tal infelicidade seja,
no meu caso, do mais alto grau de improbabilidade. A escola ensinou-me a pensar
com os olhos. As pessoas não me são estranhas. O social não me aparece como
alienígena. A pobreza material não é por mim encarada como sinónimo directo de
miséria moral. Eu não vou ali ao Gambrinus
canonizar um sucateiro. As escutas que me fizerem ao telefone não me ocultarão
a verdadeira face. Nisto de faces, se me baterem numa eu não dou a outra, mas
troco sim – e a dobrar.
Sempre que a JSD faz uma
“universidade” de Verão, o Verão acaba. E a universidade também. Cada vez que a
JSD diz a palavra “universidade”, as pessoas sérias pensam no Relvas. A
“universidade” de Verão da JSD está para a universidade verdadeira como a Festa
do Avante ser não na Quinta da Atalaia mas na Cova da Iria.
Ou numa das barreiras de Santarém.
Portugueses na Grande Guerra de Baptista Mendes numa edição Arcádia
PORTUGUESES NA GRANDE GUERRA - Edição Arcádia. Autor: Baptista Mendes, e um honroso prefácio pelo General Loureiro dos Santos.
"Portugueses na Grande Guerra (1914-1918)" marca o tão esperado regresso de Baptista Mendes aos escaparates, por atento gesto da editora Arcádia (grupo Babel).
Neste álbum, há a compilação de histórias publicada de um certo modo solto no "Jornal do Exército" e também alguns inéditos expressamente elaborados para esta edição. O valoroso na temática é que aqui se registam episódios e personagens reais de Portugal na sua tão sacrificada participação no dramático primeiro grande conflito mundial. Portugal estava neutro, muito embora já combatesse os alemães no norte de Moçambique (na fronteira com o então Tanganica) e no sul de Angola (na fronteira do que hoje é a Namíbia). Por "venenosa" pressão da Inglaterra,
Portugal acaba mesmo por declarar guerra à Alemanha. E foi o que se viu e que se sofreu!...
É importante que, ao menos através destes exemplos pela Banda Desenhada de Baptista Mendes, os portugueses recordem, melhor, fiquem a saber, sobretudo as novas gerações, toda essa sacrificada heroicidade de gente nossa.
sábado, 13 de setembro de 2014
1º Concurso de Stand Up Comedy - Espinhal 2014 integrada na IV Bienal Luís d'Oliveira Guimarães - Penela 2014
O Comediante e apresentandor Onofre varela na sua actuação
O Presidente da Câmara Municipal de Penela Luis Lourenço Matias entregando o 1º Prémio do concurso a Miguel Ribeiro do Porto
Os galardoado do I Concurso de Stand Up Comedy - Espinhal 2014 : Guilherme Duarte (3º Prémio), Miguel Ribeiro (1º Prémio) e Jorge Moura (2º Prémio)
Fotos da Festa da Caricatura da IV Bienal de Humor Luís d'Oliveira Guimarães - Penela 1014 na Casa do castelo (Espinhal)
Santiagu fazendo caricaturas
Zé Oliveira fazendo caricaturas
Mihkail Zlatkovsky caricaturando Agim Sulaj
O resultado final
os artistas Henrique, Santiagu e Agim Sulaj
os artistas Eugénio Soares, Henrique, Santiagu e Agim Sulaj
Os premiados da IV Bienal de Humor Luís d'Oliveira Guimarães Penela 2014 junto à suas obras (Agim Sulaj, Mihkail Zlatkovsky e Henrique Monteiro)
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Exposição Menezes Ferreira Capitão das Artes no Museu Bordalo Pinheiro de Lisboa
Após dezoito anos de luta por resgatar o nome de Menezes Ferreira do esquecimento, vai-se finalmente concretizar, após dois anos de investigação mais profunda, a sua exposição retrospectiva no Museu Bordalo Pinheiro, onde regresso após mais de uma decada de ausência.
Estas são fotos de algumas fases de montagem
Aqui o mesmo grupo, agora com Mariana Almeida que também pertence à equipa do Museu. O único elemento estranho ao Museu sou eu mesmo, o ideólogo, produtor e finalmente com o tintulo pomposo, o Comissário.
Estas são fotos de algumas fases de montagem
Elementos que trabalharam nesta produção: Osvaldo Macedo de Sousa, João d'Alpuim Botelho, Pedro Bebiano, André Maranha
Aqui o mesmo grupo, agora com Mariana Almeida que também pertence à equipa do Museu. O único elemento estranho ao Museu sou eu mesmo, o ideólogo, produtor e finalmente com o tintulo pomposo, o Comissário.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Inaugura na proxima quinta, dia 11 pelas 19 a exposição Menezes Ferreira Capitão de Artes no Museu Bordalo Pinheiro
Uma produção de Osvaldo Macedo de Sousa,
com a cumplicidade da família Menezes Ferreira e a Câmara Municipal de Lisboa (Museu Rafael Bordalo Pinheiro)
MENEZES FERREIRA
Capitão de Artes
Inauguração
11 de setembro, pelas 19h00
Galeria do Museu Bordalo Pinheiro
Campo Grande, 382 - Lisboa
Exposição patente de 12 de setembro
a 23 de novembro de 2014
Horário
Terça-feira a Domingo, das 10h às 18h
Encerra Segunda-Feira e Feriados
Entrada Gratuita
O Museu Bordalo Pinheiro apresenta uma exposição inédita dedicada à obra do artista militar Menezes Ferreira (1889-1936). Procurou-se olhar de uma forma abrangente as várias facetas da sua obra, incluindo o reconhecido desenho humorístico, sobretudo a caricatura, mas também, a pintura, a ilustração e o notável trabalho gráfico para edição.
Menezes Ferreira foi um jovem membro fundador da Sociedade de Humoristas Portugueses, presidida pelo seu amigo Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro (artista e filho de mestre Rafael), tendo exposto trabalhos de cunho modernista nos vários salões. Oficial de carreira, a sua especial apetência pela temática da esfera militar foi alimentada pela sua presença lúcida em “teatro de guerra”, mas, sem perder o humor no traço. A ilustração histórica e contemporânea e, ainda, grande parte dos seus trabalhos gráficos, insistem neste gosto pessoal da militaria.
A exposição da obra artística de Menezes Ferreira, também, assinala o centenário da Grande Guerra, anos bélicos que registou numa reportagem gráfica intima e didática, utilizando uma linguagem próxima dos quadradinhos da BD.
Inaugurou, no passado dia 5 de Setembro a Exposição Individual "Cartoon" de José Sarmento
Na Casa Museu Soledade Malvar, sita na Av. 25 Abril, N.º 104, em Vila Nova de Famalicão.
Estará patente ao público até ao dia 03 Outubro 2014, de 3.ª feira a 6.ª feira, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 17H30.
José Sarmento
e-mail: jsto@net.sapo.pt
Estará patente ao público até ao dia 03 Outubro 2014, de 3.ª feira a 6.ª feira, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 17H30.
José Sarmento
e-mail: jsto@net.sapo.pt
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Humorsapiens o site
La actualización de nuestro sitio en este mes de septiembre está dedicada a la “Pedagogía del humor”.
Creamos un espacio en el menú con artículos, estudios y reflexiones sobre ese tema, tanto de nuestra autoría como los mejores aparecidos en la Red.
En esa misma línea, publicamos un texto de la chilena Maili Ow González. Doctora en Didáctica de la Lengua y la Literatura (Univ. Complutense de Madrid). Jefa del Programa de Doctorado en Ciencias de la Educ. en la Pontificia Univ. Católica de Chile, donde es profesora de Filosofía y Castellano.
Así mismo, también publicamos la entrevista que le realizamos al Profesor, Periodista y Estudioso del Humor brasilero, Gustavo Silva.
Y por último, inauguramos una nueva sección: Opinión y Actualidad, donde iremos subiendo nuestros puntos de vista sobre el acontecer del mundo del humor.
Muchas gracias.
"Crear, pensar y vivir con humor"
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