terça-feira, 8 de outubro de 2013

20Th INTERNATIONAL CARTOON RENDON FESTIVAL 2013

20Th INTERNATIONAL CARTOON RENDON FESTIVAL 2013
The Outstanding Colombian caricaturist born in Rionegro - Antioquia (1894-1931), call "The Emperor" of the Cartoon. One of the most penetrating and fine Latin American humorists in the XX century, in their work the humor was satire, it was characterized especially by the political cartoon. Their cartoons were true x-rays of the facts and of the individuals. It was pioneer of the graphic publicity in Colombia.
The Festival is an event sponsored by the municipal administration of Rionegro during   nineteen serial years in memory of Ricardo Rendón Bravo.
The Festival, only in the history of the country for their trajectory and continuity; he has allowed to look at the perception of authors of but of 90 countries, main characters of the changes and experiences of the towns that contribute to the humanity's growth with the same humour. The laughing thought and its universal language, caricature is the most effective weapon against the thought that does not laugh.
It is a dream and an universal yearning to erase frontiers so territorial as ideological that prevent us to live in harmony and to visualize the light of the freedom as principle of peace and coexistence.
THE CONDITIONS:
The contest is open to all cartoonists all over the world.
The deadline for entries is October 31 (Thursday) – 2013
The themes of the competition are Three Themes
 
MATHEMATICS:
Like any breakthrough in the history of mankind, and as one of the Most Important Cultural assets of our civilization, That part of the human needs to count, measure and determine how everything around him.
The worrying situation of teacher thinking, which aims to better understanding of the teaching - learning.
The Teaching of Mathematics explained in simple language, puzzles, games, tests and worksheets for students, teachers and parents.
Everything about mathematics as a science and fun.
JORGE ELIECER GAITÁN:
Colombian political leader of the twentieth century See Biography www.cartoonrendon.com
3.
 FREE.
Each participant can present in the competition a maximum of Three cartoons for theme.
You can participate with cartoons in white and black or in color.
The size of cartoons will not exceed  30 x 40 cms maximum.
You can also participate in the competition with cartoons that have already been published or rewarded previously, all the presented cartoons will be original. Photographs, photocopies etc, will not be accepted, and the transport of the cartoons in charge of the participant.
Participants are requested to send, together with their cartoons, a short curriculum vitae and a photograph.
In the reverse of each cartoon he/she should go the name, surname, address, telephone number and country of origin of the participant.
The selected Caricaturist will receive free a catalogue.
The jury composed of Colombian and foreign cartoonists.
The results will be announced in the month of December of 2013.
The cartoons presented in the competition won't be returned.
By filling in the entrance form attached, the participant declares and accepts in advance that (s)he has turned over the financial rights (s)he holds over the cartoon or cartoons vis-à-vis the public to Cartoonrendon without limitation on location, time period and number the intellectual property all rights for publication.(S)he agrees that Cartoonrendon may use such cartoons, exhibit them, keep them in its archives and publish them on the internet or through other media.
The organization is reserved the right of exhibiting those works that he/she understands they can attempt against individual or collective rights.
The Participation in the competition supposes the entire acceptance and without reservations all the conditions.
THE PRIZES:
1) Prize Theme “MATHEMATICS” - US 2.000.
2) Prize Theme “JORGE ELIECER GAITÁN” - US 800.
3) Prize Theme “FREE” - US 500.
4) Prize Institute for the Development of Antioquia IDEA (Artist Antioqueño) - US 500.
5) Special Prizes offered by various institutions.
ADDRESS:
The works should be sent to:
20° FESTIVAL INTERNACIONAL DE CARICATURA CARTOONRENDON
Fernando Pica / Centro Cultural Cr 50 # 48 - 05, Rionegro,  Antioquia COLOMBIA  

NUESTRO JULBOL,

Carpa de Tinta y Arcadia Mediática invitan a la presentación y venta de NUESTRO JULBOL, una selección de ilustraciones de humor gráfico sobre futbol y julbol realizadaspor Julio Carrión “Karry” y Pepe Sanmartín, con nuestro más mentado dirigente de nuestro balompié nacional en la carátula, genialmente ilustrada por Mechaín. Los esperamos en el SUM de Arcadia Mediática, Rufino Torrico 885, Cercado de Lima, a las 8 p.m. del viernes 11 de octubrede 2013, después de la pichanga Argentina vs Perú, del que algunos aún esperan un esperanzador resultado ultra recontra matemáticamente positivo, en paralelo con eventos q marquen el retiro y/o eliminación d las otras selecciones del certamen.

Ingreso libre, aforo limitado. Telf. 4315617
nos vemos.

Pepe
pd.- a partir del jueves 10 d octubre, d venta en las librerías ARCADIA MEDIÁTICA, 
Cercado de Lima : Jr. Rufino Torrico 885   Telf. 431 5617
Miraflores : Calle Alcanfores 295, tda. 17,  Telf. 2417347

http://pepesanmartin.blogspot.com 
http://www.raedcartoon.com/index.php?option=com_content&view=article&id=905:Results-of-Internationale-Sportcartoonale-
http://www.cartoonmovement.com/p/2383

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Definição de "Politicamente correcto"

Na Universidade de Griffith, na Austrália, há um concurso anual sobre a definição mais apropriada para um termo contemporâneo. Este ano, o termo escolhido foi "politicamente correcto". O estudante vencedor escreveu:

"Politicamente correcto é uma doutrina sustentada por uma minoria iludida e sem lógica, doutrina que foi rapidamente promovida pela comunicação social oficial; ela sustenta a ideia de que é inteiramente possível pegar um pedaço de merda pelo lado limpo."

Foto da apresentação do "Álb'oon" de Miguel Salazar na FNAC de Guimarães no dia 4 de Outubro

Na foto Aníbal Rocha, Osvaldo Macedo de Sousa, Miguel Salazar e Ricardo Gonçalves

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Dia 4 de Outubro pelas 18h30 estarei na FNAC Guimarães a apresentar o livro de Miguel Salazar "O Alb'onn" (prefaciado por mim)


Livros sobre Humor e caricatura com textos de Osvaldo Macedo de Sousa - LII -"Amarelhe o Desretrato da Máscara

Álbum biográfico sobre este mestres da caricatura teatral

Livros sobre Humor e caricatura com textos de Osvaldo Macedo de Sousa - LII - José Rodrigues Brusco Junior - Um Humor Militar

Álbum biográfico sobre este artista injustamente esquecido

Livros sobre Humor e caricatura com textos de Osvaldo Macedo de Sousa - LI - A Censura na Iconografia e na Caricatura Portuguesa

1997 - Álbum que acompanhou a exposição criada para o Museu da República e Resistência de Lisboa, seguindo para o Museu Leal da Câmara de Sintra e finalmente foi exposta na Universidade (Faculdade de Comunicação) de S. Paulo no Brasil

Cartoon do "Broncas" (Zé Oliveira) no jornal "O Trevim" da Lousã


Inauguração 3 de Outubro pelas 18 horas, na Biblioteca Nacional, em Lisboa - 60 Anos da História de Portugal em cromos

Inauguração , Quinta-feira, 3 de Outubro pelas 18 horas, na Biblioteca Nacional, em Lisboa, de uma pequena mostra comemorando o 60º aniversário da publicação da primeira caderneta de cromos realizada por Carlos Alberto Santos, a mais conhecida colecção do género no nosso país: História de Portugal. Detalhes aqui:


Crónica Rosário Breve Cartão-de-eleitor do papa-bivalves por Daniel Abrunheiro

De quando em vez, os bivalves tornam-se objecto de apanha proibida. A interdição sanitária visa precaver o consumidor de incómodos mui nocivos, como sejam, e são, a intoxicação diarreica e a amnésia. A estas duas mazelas de mau convívio, eu ousaria, e ouso, adir a patologia social da sintonização televisiva na TVI e a famigerada abstenção eleitoral, por fundamentarem, a meu ver, a nem sempre compreendida mas crucial distinção entre o praticar o mau-olhado e o ficar mal-visto. Já da supracitada paridade diarreia/amnésia, não me inibirei, escarninhamente, de, atentos os resultados eleitorais, relevar a peregrina simetria moitaflorista de, se de facto o senhor Ricardo Gonçalves “não tem cabeça para a herança de Moita Flores”, também o senhor Moita Flores, pelos vistos e pelos votos, não ter unhas para a viola da herança de Isaltino. Sequer. Acaba por ser triste, aliás: conta mais um responsável preso do que um irresponsável em liberdade.
(Nota: com a relesia das minhas crónicas de última página e penúltimo bom-senso, mais não pretendo do que subsidiar o historiador do futuro que se não arreceie de emporcalhar as mãos na gamela da sociometria política à portuguesa de princípios de terceiro milénio. Quem deveras não tem cabeça para urdume de tão monumental desconcerto c’est moi, como Flaubert dizia que era a Madame Bovary. Ou aquela Loulou do perfume da Cacharel.)
Do maralhal cómico que bota bitaite comentador nas capoeiras de néon, vulgo estações televisivas, não houve muito exemplar que relevasse o verdadeiro vencedor das Autárquicas/2013: a Abstenção. No formoso trecho de mundo chamado Ribatejo, ela campeou lezírias e galgou valas, malogradamente revestida, como sempre e por todo o lado, das não diáfanas gazes da indiferença, da resignação, da desistência, da não-resistência e da auto-interdição comum à dos bivalves de quando em vez.
Isto que digo nem sequer é discutível, posto que inequívoca verdade de Abrantes a Ourém, de Alcanena a Vila Nova da Barquinha, de Almeirim a Torres Novas, de Alpiarça a Tomar, de Benavente ao Sardoal, do Cartaxo a Santarém, da Chamusca a Salvaterra de Magos, de Constância a Rio Maior, de Coruche a Mação e do Entroncamento à Golegã, passando por Ferreira do Zêzere. E o mesmo vale dizer dos restantes 287 municípios do território pátrio.
Tenho por definitivo que o abstencionista é bivalve. E do estragado, não desse que, fresco como um limão de sal, acorda o mar no palato em cúpida antemão de uma rajada gélida de cerveja e/ou de uma explosão glacial de verdasco gaseado. Somos deveras um País tão lerdo, que ao cabo de meio século de ditadura vamos já cumprindo, como quem enferma de um mal que desconhece ou à guisa de quem pena de um anátema que se calhar merece, quase outra meia centúria de tiranete “democracia”.

(Nota pessoal e final: posso parecer-vos indignado. Não estou. Isto já só me faz bocejar larga, aberta e profundamente, em nojosa exposição da mui cariada arcada dentária minha. Sim, este Povo leva-me ao bocejo, à quase misericórdia quase cristã. E à saudade do senhor Bulhão Pato, que sabia mais de como se faz a amêijoa do que esta minha gente há-de saber de como fazer, de si mesma, País. E que nem sabe que diarreia e amnésia, em alegada Democracia, são uma única e mesma coisa.)

"Politica" no humor de Agim Sulaj


domingo, 29 de setembro de 2013

Viñetas para paladear Por: Virginia Collera | 27 de septiembre de 2013 in EL PAIS


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La lista es larga. QuinoChon DayArnie LevinDean VictorBoothSteigLiza DonnellyBarzottiSempéMaslinJis… Y en ella ocupan un lugar destacado maestros como Saul Steinberg y Abel Quezada. “De pequeño, me dediqué a copiar, uno por uno, a tinta y con plumilla todos los dibujos de Steinberg que aparecían en un libro que había en mi casa, publicado por Penguin y que aun conservo como un tesoro. Abel Quezada era cartonista del diario Excélsior al que estaba suscrito mi padre y, en mi opinión, el mejor cartonista mexicano. Fue el que mejor supo satirizar los usos de la política y el que mejor retrató nuestras costumbres y temperamento. Creó algunos personajes que todavía se utilizan en nuestro lenguaje. Fino e inteligente, fue también colaborador del New Yorker[como Steinberg] e ilustró para la célebre revista algunas de sus mejores portadas”.

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A esa cabecera precisamente remite Bajar la guardia, libro en el que Ros (México, 1962) ha reunido 180 historias –inicialmente la selección sumaba 400– publicadas en el portal de noticias Eje Central. “La viñeta es un nítido caso de cuanto menos, mejor. No sólo con el texto, también con la línea. Debe condensar una o más historias, uno o varios planos en un espacio pequeño, con trazos sencillos y, sobre todo, con pocas palabras. Nunca me han gustado las viñetas con mucho texto. Pecan de querer explicar un chiste, a menudo arruinándolo”.
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Con el humor, advertía Bob Mankoff, editor de las tiras cómicas del New Yorker, es imposible acertar con todo el mundo. Lo que a unos les parecerá hilarante, a otros les provocará indiferencia –en el mejor de los casos– o indignación –en el peor–. Ros coincide. “Hay lectores que me han dicho que no entienden alguna de mis viñetas. En esos casos les sugiero que volteen la página y sigan con la siguiente o que vuelvan a leerla en otro momento. A mí me sucede lo mismo a veces, incluso con los más grandes viñetistas. Sin embargo yo suelo quedarme, y recomiendo a los lectores esta prueba: me gusta observarla y volver a leerla, explorar los detalles. Cuando esto pasa, muchas veces logra uno atrapar su sentido. Yo encuentro una gran satisfacción en leer una viñeta en un instante, en un chispazo. Pero también disfruto leyéndolas en otro tiempo”.
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En sus cartones –los diez que aparecen en este post son los preferidos del autor– Ros explora “la soledad, el afecto, el poder, la sorpresa en un mundo en apariencia ordenado”. “Ojalá arranquen carcajadas, me encantaría. Pero no utilizo un lenguaje coloquial, ni busco una reacción inmediata o explosiva, que me parece más propio del humor de carcajada. A menudo es más difícil arrancar una sonrisa y para ello creo que, en muchas ocasiones, las buenas viñetas necesitan paladearse”.
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Bajar la guardia de Ros está editado por Tumbona Ediciones. Todas las imágenes son cortesía del autor.

El dibujante argentino Pablo Lobato recrea la caricatura personal Por Francisco Puñal Suárez

Con dos premios consecutivos en sus únicas dos participaciones en eventos internacionales -¡y qué eventos: el World Press Cartoon 2013, de Sintra, Portugal, (con una caricatura personal del presidente boliviano Evo Morales)  y el 40 Salón de Piracicaba, en Brasil (con otra del músico Freddie Mercury)! – el elegante,  ingenioso y creativo dibujante argentino Pablo Lobato está marcando huella en el  humor gráfico latinoamericano y mundial.
"Desde mis primeros dibujos de chico –expresa Pablo-  tuve una tendencia a utilizar la geometría,  pero de una manera particular. En la universidad o en los cursos de dibujo te enseñan a construir basándote en figuras geométricas: a partir de un círculo dibujas la cabeza, repites esa medida siete veces para encontrar la altura, el torso es un trapecio, la pelvis un triángulo... yo no podía hacerlo, cuando tuve que realizar esos ejercicios, hice trampa. Los hacía al revés: dibujaba el cuerpo humano a mano alzada y después encontraba las figuras geométricas dentro. Eso es lo que hago hoy".
Dibuja a mano lo que ve -dice- y después encuentra los círculos y rectas,  y luego lleva esos bocetos a un programa a base de vectores para finalizarlo.  Los colores planos son una consecuencia del uso de la geometría, algo que le ayuda a definir y contrastar los planos para darle más impacto y hacer más evidente que lo que uno ve son polígonos.
La obsesión de Pablo es captar el alma del personaje caricaturizado, y para ello trabaja duramente: lo estudia con calma, observa sus vídeos y  fotos, lee lo que se ha publicado sobre él, escucha su música, si se dedica a eso, investiga si es alegre o gruñón, si tiene algún gesto particular, alguna posición corporal característica, qué ropa usa… Muchas veces le dedica más tiempo a conocer el personaje que a dibujarlo.
"Cada caricaturista –manifiesta Pablo-  tiene su modo de ver y representar los rostros. El mío es sólo uno más. Lo que intento hacer (a veces lo logro y a veces no) es mostrar la personalidad del retratado antes que sus características físicas. No importa demasiado que la curva de la nariz sea exacta, importa más el brillo en los ojos o la expresión de la boca, captar ese gesto que caracteriza al individuo. Eso es el ideal, la caricatura va a ser buena si se logra eso, esté hecha con acuarelas, vectores, pintura digital o lápiz. Otro de mis objetivos es que el resultado sea un bello dibujo, no sacrificar la estética por el parecido". 
El cubismo –añade-  es una influencia de sus años de universitario. "Quedé particularmente maravillado con la obra de Juan Gris y Emilio Pettoruti. Tomé algunos elementos del movimiento, pero lo mío es algo más liviano, menos comprometido con los diferentes puntos de vista o lo que uno sabe del objeto o cara a representar. Yo le digo 'maquillaje cubista'. Parece cubismo pero no es".
Los dos premios alcanzados son una alegría inmensa. "Estos reconocimientos son un gran incentivo para seguir en este oficio que tanto me apasiona", finaliza.
Pablo Lobato es un ilustrador freelance y ha publicado sus dibujos en Entertainment Weekly, Rolling Stone, Wire, Boston Globe, New Yorker, y otros medios. También la Agencia Anna Goodson promueve su obra.

Galería: En MUNDIARIO.
Más información: http://lobaton.wordpress.com/

sábado, 28 de setembro de 2013

Livros sobre Humor e caricatura com textos de Osvaldo Macedo de Sousa - L - Iconografias da Sátira Contemporânea


Livros sobre Humor e caricatura com textos de Osvaldo Macedo de Sousa - XLIX - III Bienal da Caricatura Ourense 1996

Apesar de ter colaborado em 1994 na II Bienal da Caricatura deOurense com uma conferencia, foi em 1996, com a II Bienal que se cimentou a minha colaboração com esta Bienal organizando a partir desse ano a participação portuguesa. Neste ano levei a exposição O Presidente Jorge Sampio visto pola caricatura contemporenea portuguesa

Original dictator Chips


Invitation to the Competition „Dieter Burkamp Award for Caricature“

In rememberance of Dieter Burkamp (18.1.1940- 15.6.2012) there will be for the first time an international competition of caricature. A Jury of experts will ascertain three winners from among the involved artists and choose all works which are to be presented in an exhibition.
Dieter Burkamp has always been enthusiastic about the varied styles in caricature, this inspiring combination of art and journalism. He collected, promoted, organized exhibitions, edited catalogues and fought for the artificial quality of satirical art in many jurysessions. Unforgotten the projects, he supported or founded: „Herman the German“; „Neighbours- German artists look at Poland, Polish artists look at Germany“; 100 years „Dropping the pilot“(„ Der Lotse geht von Bord“) in ‚Punch‘; „Ten New Europeans; Home- Confessions and Views“.
All his life Dieter Burkamp was thankful for the experience of numerous and deep friendships with artists and organizers of the meetings of caricaturists. The award is dedicated to his legacy, first as a private initiative, after a successful start may be continued on a more general base.
Who organizes this project of memory?
Gisela Burkamp, art historian, author, curator and more than 30 years leader of Kunstverein Oerlinghausen.
Dieter and she were journalist- collegues for 50 years, married 48 years and connected in the love for art their whole life.
Because Dieter Burkamp was an enthusiastic football viewer, too, the first Topic is- acccording to the football world championship: „Down to the nitty-gritty“, („Vom Leder gezogen“), Football, Fan and Fantasy.
When? 28. June - 24. July 2014
Where? In the „Bürgerhaus“ and in the Synagogue of Kunstverein Oerlinghausen
How? Please send all works - only originals please (up to 40x30 cm) or high-quality andsigned computerprints - from now on until 31 January 2014 at the latest to
Gisela Burkamp, Auf der Helle 8, 33813 Oerlinghausen, Germany
And please add CD Rom for DIN A4, Jpg, Pdf 300 dpi,CMYK and RGB.
The first prize is endowed with 1000 Euro, the second with 600 Euro, the third with 400 Euro.
The artist‘s works will be sent back after the end of the exhibitions of course.
Participating in the competition the artists agree, that the exhibition may be shown at other places and cities if these are interested.
For more infomations ask: gisela.burkamp@t-online.de
tel +49 (0) 52 02 . 63 35 or


Humores de José Monginho






segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Livros sobre Humor e caricatura com textos de Osvaldo Macedo de Sousa - XLVIII - CDRom 10 Anos de Salão Nacional de Caricatura

1996 - Isto não é propriamente um livro, mas um CD Rom onde faço o balanço de 10 anos de actividade do Salão Nacional de Caricatura, um balanço de todos os Prémios Nacionais de Humor de Imprensa, assim como do salão Livre, para alem de uma antologia de todos os trabalhos participantes naqueles salões e no Festival Internacional